POIS BEM
Hoje começarei com um poema solto
pois ontem me dependuraram num
poema
preso
em mim
feito uma
gravata
dada pelo
laço rude
de uma
alvorada
sem sol.
Pois bem povo meu e do povo que
o mundo elegeu como luz solta,
estou mais uma vez aqui na escolta
dessa manhã feliz que me quis ainda
de madrugada trabalhando lá onde
o linho faz morada e veste de azul
a namorada
do sono, a insônia,
que por vez
assim me fez
o amor de Antônia
que só faz dormir
e sonhar com a fronha
que embala o que há de vir
dentro desse travesseiro
que o luar deita as estrelas.
E o que virá só é poesia.
Hudo Guedes
domingo, 7 de setembro de 2014
Sou devoto da fé e da crença
que exista um ser superior
querendo que neste mundo
haja sempre paz e amor entre
as pessoas por mais que as
próprias pessoas não queiram!
E este ser pode ser em estado
espiritual ou estado físico, e pode
sim, com certeza possuir este belo
nome que a vida lhe deu: DEUS!
que exista um ser superior
querendo que neste mundo
haja sempre paz e amor entre
as pessoas por mais que as
próprias pessoas não queiram!
E este ser pode ser em estado
espiritual ou estado físico, e pode
sim, com certeza possuir este belo
nome que a vida lhe deu: DEUS!
Hudo Guedes
Sou devoto da fé e da crença
que exista um ser superior
querendo que neste mundo
haja sempre paz e amor entre
as pessoas por mais que as
próprias pessoas não queiram!
E este ser pode ser em estado
espiritual ou estado físico, e pode
sim, com certeza possuir este belo
nome que a vida lhe deu: DEUS!
que exista um ser superior
querendo que neste mundo
haja sempre paz e amor entre
as pessoas por mais que as
próprias pessoas não queiram!
E este ser pode ser em estado
espiritual ou estado físico, e pode
sim, com certeza possuir este belo
nome que a vida lhe deu: DEUS!
Hudo Guedes
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
O PASSARINHO QUE ME FEZ
RIMAR AMOR COM VIDA
RIMAR AMOR COM VIDA
A terra é doida pra te prender passarinho,
te prender no coração solto dela
que me faz alcançar de minha janela
sonhos divinos do teu ninho,
manjedoura de poesias da aquarela
de teu canto cheio da paz desse carinho
que tenho por ti, doce passarinho
solto no ar e no chão da minha sentinela
de esperar que o mundo um dia seja vizinho
desse meu quintal da minha casa toda dela,
a paz do amor que o amor faz do espinho
a mais perfumante flor produtiva do carinho
que teu canto espalha pousando na janela
sementes de tua raça pintada pela aquarela
que a terra te solta e te faz voltar pro teu ninho
onde te faço poesias a esperar de minha sentinela
que um dia o mundo de todo o amor seja vizinho
não havendo mais esse pontiagudo espinho
que o mal tenta cravar em nossas vidas.
te prender no coração solto dela
que me faz alcançar de minha janela
sonhos divinos do teu ninho,
manjedoura de poesias da aquarela
de teu canto cheio da paz desse carinho
que tenho por ti, doce passarinho
solto no ar e no chão da minha sentinela
de esperar que o mundo um dia seja vizinho
desse meu quintal da minha casa toda dela,
a paz do amor que o amor faz do espinho
a mais perfumante flor produtiva do carinho
que teu canto espalha pousando na janela
sementes de tua raça pintada pela aquarela
que a terra te solta e te faz voltar pro teu ninho
onde te faço poesias a esperar de minha sentinela
que um dia o mundo de todo o amor seja vizinho
não havendo mais esse pontiagudo espinho
que o mal tenta cravar em nossas vidas.
Hudo Guedes
quinta-feira, 31 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
A NOVO
Nunca pense que minha
velhice envelheceu-se,
ela apenas ficou guarnecida
por aves e pássaros novos
que o tempo ainda amará.
velhice envelheceu-se,
ela apenas ficou guarnecida
por aves e pássaros novos
que o tempo ainda amará.
Nunca pense que minha
velhice se repartiu no meio,
no meio de gente que anseia
do alto de sua velhice nunca
ficar velho como o tempo que
ainda não pensou em ficar novo,
pois o tempo do amor é o mesmo
tempo da dor e da flor que sempre
perfumou a velhice do tempo e a
velhice do homem que nunca envelhecem.
velhice se repartiu no meio,
no meio de gente que anseia
do alto de sua velhice nunca
ficar velho como o tempo que
ainda não pensou em ficar novo,
pois o tempo do amor é o mesmo
tempo da dor e da flor que sempre
perfumou a velhice do tempo e a
velhice do homem que nunca envelhecem.
Hudo Guedes
Assinar:
Postagens (Atom)