A POESIA PODE SER CURTA
MAS O AMOR NÃO
Escrever sobre o amor
exige-se desse labor
de escrever poesia
algo que não seja dor
pois já basta a travessia
de atravessar na poesia
tudo que eu sinto: amor!
Hudo Guedes
terça-feira, 30 de abril de 2013
domingo, 28 de abril de 2013
ESCREVER O QUE PRA ELA!
Se a saudade já escreve!
se o amor já escreve!
se a vida dessa minha
solidão já escreve!
se a poesia já escreve
no meu viver diário!
não sei escrever o que já
se escreve em meu coração!
Meu pensamento possui o maior
auto falante, porém meus dedos
estão mudos! não preciso mais
escrever nada, apenas sentir...
Hudo Guedes
Se a saudade já escreve!
se o amor já escreve!
se a vida dessa minha
solidão já escreve!
se a poesia já escreve
no meu viver diário!
não sei escrever o que já
se escreve em meu coração!
Meu pensamento possui o maior
auto falante, porém meus dedos
estão mudos! não preciso mais
escrever nada, apenas sentir...
Hudo Guedes
domingo, 21 de abril de 2013
NATUREZA
Tenho poucas palavras!
agora tenho sempre poucas
palavras! preciso ficar só!
tenho muitos sentimentos bons!
alguém deve saber disso! quero
pelo menos que saiba o que quero,
sobretudo o que proponho! proponho
aqui dar o que muitos querem, amor!
não queria ter poucas palavras!
quero provocar apenas os resumos!
ficar próximo de tantas palavras!
de preferência sábias palavras!
de preferência ficar perto do meu amor!
de preferência na preferência dela!
mas agora no momento tenho poucas
palavras! talvez eu não saiba realmente
escrever um livro de amor! talvez eu nem
seja esse poeta que um dia sou!
Hudo Guedes
Tenho poucas palavras!
agora tenho sempre poucas
palavras! preciso ficar só!
tenho muitos sentimentos bons!
alguém deve saber disso! quero
pelo menos que saiba o que quero,
sobretudo o que proponho! proponho
aqui dar o que muitos querem, amor!
não queria ter poucas palavras!
quero provocar apenas os resumos!
ficar próximo de tantas palavras!
de preferência sábias palavras!
de preferência ficar perto do meu amor!
de preferência na preferência dela!
mas agora no momento tenho poucas
palavras! talvez eu não saiba realmente
escrever um livro de amor! talvez eu nem
seja esse poeta que um dia sou!
Hudo Guedes
terça-feira, 16 de abril de 2013
O CASAMENTO DE JOÃO E MARIA
A fidelidade já dizia:
vim bater na tua porta!
ver se abre logo essa porta!
quero entrar e te dizer que
sou um das melhores coisas
da vida basta você ter-me,
e basta além disso me amar
e amar o teu amor, claro!
agora somos duas pra ti:
eu e ela, o teu amor! assim
mesmo com dois amores
na tua vida, no caso eu, a
fidelidade e ela, o teu amor,
quero te dizer mesmo assim
que és fiel à ela, mesmo me
tendo no teu dia a dia.
Hudo Guedes
A fidelidade já dizia:
vim bater na tua porta!
ver se abre logo essa porta!
quero entrar e te dizer que
sou um das melhores coisas
da vida basta você ter-me,
e basta além disso me amar
e amar o teu amor, claro!
agora somos duas pra ti:
eu e ela, o teu amor! assim
mesmo com dois amores
na tua vida, no caso eu, a
fidelidade e ela, o teu amor,
quero te dizer mesmo assim
que és fiel à ela, mesmo me
tendo no teu dia a dia.
Hudo Guedes
À UMA LUZ ALAGOANA
Seu canto brilha como
selva de pássaros e
bichos em liberdade
de ouvirem a voz de
Deus ecoar tal a melodia
que sempre escutei na
voz desse coração que
não morre jamais, o amor.
Alagoas, fruta boa do
nordeste e te fizeste
assim daquela letra
daquele letrista que
nem sabia cantar
porém sabia fazer
poesia em qualquer
lugar que assobio
agora do cio da sílaba
que faz a palavra ecoar.
Djavaneio o devaneio
que veio do seio que
faz rimar o capítulo
único da criança que
já nasceu mamando
nos mamilos doces
dessa canção pura
que vem lá de Alagoas.
Nasci na bela Quixadá,
mas quero nascer ainda
na linda cidade de lá onde
vem ainda a linda nação de
palavras que há em seus
versos que outrora foram
nascedouros de sentimentos
seus inspirados por momentos
sem adeus pra dar pra poesia
de sua música eterna como o ar.
Hudo Guedes
Seu canto brilha como
selva de pássaros e
bichos em liberdade
de ouvirem a voz de
Deus ecoar tal a melodia
que sempre escutei na
voz desse coração que
não morre jamais, o amor.
Alagoas, fruta boa do
nordeste e te fizeste
assim daquela letra
daquele letrista que
nem sabia cantar
porém sabia fazer
poesia em qualquer
lugar que assobio
agora do cio da sílaba
que faz a palavra ecoar.
Djavaneio o devaneio
que veio do seio que
faz rimar o capítulo
único da criança que
já nasceu mamando
nos mamilos doces
dessa canção pura
que vem lá de Alagoas.
Nasci na bela Quixadá,
mas quero nascer ainda
na linda cidade de lá onde
vem ainda a linda nação de
palavras que há em seus
versos que outrora foram
nascedouros de sentimentos
seus inspirados por momentos
sem adeus pra dar pra poesia
de sua música eterna como o ar.
Hudo Guedes
segunda-feira, 15 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
POEMA DA ESPERA
ESCRITO PELA POESIA
DAS CHEGADAS
À Marianna
Há momentos que minha alma
fica calada à tua espera...
a alegria abana o calor
que a esperança faz no
corpo trêmulo e arrepiado...
os sonhos se tornam sonhos
imensos assim os pássaros
gregos das conquistas...
e basta abrir mais e mais
ainda os olhos de tuas portas
ainda fechadas à mim...
e eu ressurgir de um
grito teu, inesperadamente
me chamando pra amar!
Hudo Guedes
ESCRITO PELA POESIA
DAS CHEGADAS
À Marianna
Há momentos que minha alma
fica calada à tua espera...
a alegria abana o calor
que a esperança faz no
corpo trêmulo e arrepiado...
os sonhos se tornam sonhos
imensos assim os pássaros
gregos das conquistas...
e basta abrir mais e mais
ainda os olhos de tuas portas
ainda fechadas à mim...
e eu ressurgir de um
grito teu, inesperadamente
me chamando pra amar!
Hudo Guedes
quinta-feira, 11 de abril de 2013
DE NOITE NO SERTÃO É ASSIM
Quando eu era pequeno
eu ia muito no sertão,
no sertão em que meu
pai nasceu e viu pela
primeira vez minha mãe
e logo se apaixonou.
Veio o namoro, logo o
amor e tão logo este
tão poeta casamento que
me fez um dia assim, poeta!
mas nasci, e vivi correndo
pelo sertão à fora, tomando
banho de rio, caçando passarinho
pelo chão, os que não sabiam voar,
mesmo do tamanho do pai pássaro
ou da mãe passarinha; mas saibam
e creiam, eu caçava pra pegar e fazer
com que eles avoassem enfim, dando
assim a eles meu ensino de vida que
é ensinar o bem desde de pequeno a
todas as criaturas que tenham vida.
E veio daí então essa capacidade de criar
poemas no meio do pensamento, ora tomando
banho de rio ora mergulhando na natureza ora
seca ora verdinha como o feijão verdinho que
dar quando a chuva já tem caído bastante neste
que é o melhor da vida aqui nessas terras cearenses,
o sertão de Quixadá, o sertão das alvoradas cantadas
por estes mesmos passarinhos que um dia ensinei a avoar!
Hudo Guedes
Quando eu era pequeno
eu ia muito no sertão,
no sertão em que meu
pai nasceu e viu pela
primeira vez minha mãe
e logo se apaixonou.
Veio o namoro, logo o
amor e tão logo este
tão poeta casamento que
me fez um dia assim, poeta!
mas nasci, e vivi correndo
pelo sertão à fora, tomando
banho de rio, caçando passarinho
pelo chão, os que não sabiam voar,
mesmo do tamanho do pai pássaro
ou da mãe passarinha; mas saibam
e creiam, eu caçava pra pegar e fazer
com que eles avoassem enfim, dando
assim a eles meu ensino de vida que
é ensinar o bem desde de pequeno a
todas as criaturas que tenham vida.
E veio daí então essa capacidade de criar
poemas no meio do pensamento, ora tomando
banho de rio ora mergulhando na natureza ora
seca ora verdinha como o feijão verdinho que
dar quando a chuva já tem caído bastante neste
que é o melhor da vida aqui nessas terras cearenses,
o sertão de Quixadá, o sertão das alvoradas cantadas
por estes mesmos passarinhos que um dia ensinei a avoar!
Hudo Guedes
terça-feira, 9 de abril de 2013
POIS BEM
Hoje começarei com um poema solto
pois ontem me dependuraram num
poema
preso
em mim
feito uma
gravata
dada pelo
laço rude
de uma
alvorada
sem sol.
Pois bem povo meu e do povo que
o mundo elegeu como luz solta,
estou mais uma vez aqui na escolta
dessa manhã feliz que me quis ainda
de madrugada trabalhando lá onde
o linho faz morada e veste de azul
a namorada
do sono, a insônia,
que por vez
assim me fez
o amor de Antônia
que só faz dormir
e sonhar com a fronha
que embala o que há de vir
dentro desse travesseiro
que o luar deita as estrelas.
E o que virá só é poesia.
Hudo Guedes
Hoje começarei com um poema solto
pois ontem me dependuraram num
poema
preso
em mim
feito uma
gravata
dada pelo
laço rude
de uma
alvorada
sem sol.
Pois bem povo meu e do povo que
o mundo elegeu como luz solta,
estou mais uma vez aqui na escolta
dessa manhã feliz que me quis ainda
de madrugada trabalhando lá onde
o linho faz morada e veste de azul
a namorada
do sono, a insônia,
que por vez
assim me fez
o amor de Antônia
que só faz dormir
e sonhar com a fronha
que embala o que há de vir
dentro desse travesseiro
que o luar deita as estrelas.
E o que virá só é poesia.
Hudo Guedes
HUMANAMENTE QUE
SEJAS ASSIM
Ajude, e depois torne a ajudar
novamente para depois seres
ajudado um dia, caso seja preciso
tu seres ajudado para que depois
venham mais pessoas à ti, e daí
então reciprocamente tu devolveres
à elas essa moeda da alma que de
muito valor se tornara não uma moeda
propriamente dita, mas o próprio amor
entre tu e essas mesmas pessoas as quais
te abraçarão sempre que Deus pedir-lhes
tornando-se assim o maior encontro do mundo:
todos nós e o amor! todos nós e a vida feliz.
Hudo Guedes
SEJAS ASSIM
Ajude, e depois torne a ajudar
novamente para depois seres
ajudado um dia, caso seja preciso
tu seres ajudado para que depois
venham mais pessoas à ti, e daí
então reciprocamente tu devolveres
à elas essa moeda da alma que de
muito valor se tornara não uma moeda
propriamente dita, mas o próprio amor
entre tu e essas mesmas pessoas as quais
te abraçarão sempre que Deus pedir-lhes
tornando-se assim o maior encontro do mundo:
todos nós e o amor! todos nós e a vida feliz.
Hudo Guedes
segunda-feira, 8 de abril de 2013
BEM LONGE DAQUI
A palavra leva a imaginação
pra onde ela quiser; a palavra
é simplesmente filha única da
imaginação; corpo equilibrado
da alma que é uma verdadeira
estratosfera da palavra que semeia
na camada de ozônio do coração
as protegidas inspirações desse sol
calmo das inspirações que semeiam
em mim a arte de pensar que estou
em ti, assim como a lua no sol dessa
manhã que faz aqui mesmo chovendo...
Hudo Guedes
A palavra leva a imaginação
pra onde ela quiser; a palavra
é simplesmente filha única da
imaginação; corpo equilibrado
da alma que é uma verdadeira
estratosfera da palavra que semeia
na camada de ozônio do coração
as protegidas inspirações desse sol
calmo das inspirações que semeiam
em mim a arte de pensar que estou
em ti, assim como a lua no sol dessa
manhã que faz aqui mesmo chovendo...
Hudo Guedes
terça-feira, 2 de abril de 2013
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