A AÇÃO DA PALAVRA
SIMPLESMENTE A PALAVRA É A PRIMEIRA
AÇÃO DA ATITUDE, E SEM A PALAVRA A
A ATITUDE NUNCA TERÁ SUA AÇÃO!
Hudo Guedes
sábado, 28 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
A SOLIDÃO SE DESVAIRA COMIGO
Madrugada lenta. Sinto o arrepio desse
piscar do olho do vento. Mórbido e apto
da saúde dos pássaros que dormem sobre
a torre de babel da saudade de alguém.
Meu filho acha que minha poesia é um
ninguém procurando alguém. Mas tudo bem!
creio que ele vai aprender o que é a poesia
de quem planeja poesia. Planeja e escreve!
Os dedos cessam por um instante na tecla
movediça que me atrai pro fundo da alma
da palavra que o pensamento amordaça.
Como o silêncio me atrai também! busco
nele o encanto do ar que respiro daquelas
mesmas rosas que um dia eu te ofertei e
tu sabendo que esse era o meu mundo, o
universo inteiro do amor, me namorou e se
casou com a minha solidão. Calo-me diante
os calos da voz de tanto gritar por teu nome.
Dormes lá fora! rede do aço do meu ódio amoroso.
Gostaria imensamente que acordasses e viesses
me olhar esse lado da rua 107 onde fica um ávido
oito beirando à loucura de tanto esperar também
pelo bem do nove! dez anos de muita poesia fiz
ontem quando eu tinha às mãos uma régua da
patética sombra que a matemática dos sonhos
de ter você aqui comigo me deu pra eu medir
o compasso do tempo desse tanto te esperar
pra poder aqui vir de uma vez por todas me amar!
me deu uma vontade tão grande de continuar estes
versos livres como a prisão das metáforas que a vida
como poetisa me deu as chaves pra soltá-las e assim
deixá-las postas á liberdade ortográfica dos sentidos.
Saiba que jamais quero aqui agora deixar de escrever
nas linhas desvairantes dessa noturnidade minha, só
minha e de minha poesia em solidão a incrível maneira
de ainda poder te fazer feliz te coagulando o meu amor
nesse ventre da sanguínea vontade de te abraçar agora
e poder jogar sobre esse chão límpido meu corpo sobre
o teu e dizer pro mundo nada, apenas deixar que o amor
aconteça em nós como se fosse o próprio delírio do bom
acontecimento dos sonhos nas realidades de tudo que somos.
Hudo
Madrugada lenta. Sinto o arrepio desse
piscar do olho do vento. Mórbido e apto
da saúde dos pássaros que dormem sobre
a torre de babel da saudade de alguém.
Meu filho acha que minha poesia é um
ninguém procurando alguém. Mas tudo bem!
creio que ele vai aprender o que é a poesia
de quem planeja poesia. Planeja e escreve!
Os dedos cessam por um instante na tecla
movediça que me atrai pro fundo da alma
da palavra que o pensamento amordaça.
Como o silêncio me atrai também! busco
nele o encanto do ar que respiro daquelas
mesmas rosas que um dia eu te ofertei e
tu sabendo que esse era o meu mundo, o
universo inteiro do amor, me namorou e se
casou com a minha solidão. Calo-me diante
os calos da voz de tanto gritar por teu nome.
Dormes lá fora! rede do aço do meu ódio amoroso.
Gostaria imensamente que acordasses e viesses
me olhar esse lado da rua 107 onde fica um ávido
oito beirando à loucura de tanto esperar também
pelo bem do nove! dez anos de muita poesia fiz
ontem quando eu tinha às mãos uma régua da
patética sombra que a matemática dos sonhos
de ter você aqui comigo me deu pra eu medir
o compasso do tempo desse tanto te esperar
pra poder aqui vir de uma vez por todas me amar!
me deu uma vontade tão grande de continuar estes
versos livres como a prisão das metáforas que a vida
como poetisa me deu as chaves pra soltá-las e assim
deixá-las postas á liberdade ortográfica dos sentidos.
Saiba que jamais quero aqui agora deixar de escrever
nas linhas desvairantes dessa noturnidade minha, só
minha e de minha poesia em solidão a incrível maneira
de ainda poder te fazer feliz te coagulando o meu amor
nesse ventre da sanguínea vontade de te abraçar agora
e poder jogar sobre esse chão límpido meu corpo sobre
o teu e dizer pro mundo nada, apenas deixar que o amor
aconteça em nós como se fosse o próprio delírio do bom
acontecimento dos sonhos nas realidades de tudo que somos.
Hudo
segunda-feira, 23 de julho de 2012
VÊNUS CUMPRIMENTA
A POESIA ASSIM
Bom dia meu boa tarde
que a noite dirá vem que
o amor rimará verbo com
palavra na hora daquele
solene clamor dos corpos:
aí minha alma! aí minha
árdua teimosia de te fazer
corpo na alma e alma na vida!
do orgasmo das estrelas a lua
ficou gestante do sol e um dia
deu à luz uma poesia que toda
história humana flutua pra se
chegar até ao orgasmo do tempo
sobre a terra pra daí a terra ficar
por sua vez reluzente gestante
pra dar à luz neste momento
homens e mulheres integrados
ao amor divino de amar uns aos
outros como eu vos amei e vos
amarei até o fim dos dias sem fim...
Hudo
A POESIA ASSIM
Bom dia meu boa tarde
que a noite dirá vem que
o amor rimará verbo com
palavra na hora daquele
solene clamor dos corpos:
aí minha alma! aí minha
árdua teimosia de te fazer
corpo na alma e alma na vida!
do orgasmo das estrelas a lua
ficou gestante do sol e um dia
deu à luz uma poesia que toda
história humana flutua pra se
chegar até ao orgasmo do tempo
sobre a terra pra daí a terra ficar
por sua vez reluzente gestante
pra dar à luz neste momento
homens e mulheres integrados
ao amor divino de amar uns aos
outros como eu vos amei e vos
amarei até o fim dos dias sem fim...
Hudo
quarta-feira, 11 de julho de 2012
O ROSTO
Decifro teu rosto: belo e misterioso
assim tal verso de amor tímido que
faz da palavra busca um meio termo
dessa acentuada face do nosso querer
em esperar que o dia amanheça e o teu
sorriso me estampe na cara da compreensão
um desejo louco e profundo de me amar mais
uma vez enquanto te escrevo esta canção de amor...
Hudo
domingo, 8 de julho de 2012
O VENTO É UM PINTOR
QUE PINTA A INSPIRAÇÃO
DO POETA COM AS TINTAS
DO AMOR
As tintas do ar nos latões
das brisas que o vento tem
às mãos para pintar de muitas
cores ainda pra se inventar
todas as telas da vida, todas as
telas da alma que o corpo do pintor
desenha nesse assoprar de retinas
e respirações que fazem do olhar
uma admiração de quem me ver assim,
poeta que pinta de amor o vento que te traz
pra junto de mim nessa aquarela da saudade.
Hudo
QUE PINTA A INSPIRAÇÃO
DO POETA COM AS TINTAS
DO AMOR
As tintas do ar nos latões
das brisas que o vento tem
às mãos para pintar de muitas
cores ainda pra se inventar
todas as telas da vida, todas as
telas da alma que o corpo do pintor
desenha nesse assoprar de retinas
e respirações que fazem do olhar
uma admiração de quem me ver assim,
poeta que pinta de amor o vento que te traz
pra junto de mim nessa aquarela da saudade.
Hudo
quinta-feira, 5 de julho de 2012
QUEM DIRIA
Quem diria essa poetisa
quase como o sol deitado
e debilitado sobre o sofá
que a lua comprou em
minha loja de sonhos e
poesias...quem diria ela
me dar esse prazer do
nobre deleite seu de me
trazer as rugas das contínuas
inspirações pois estou velho
demais pra não poder de
repente criar na tela de sua
instintosa aparição quase nua
diante mim nesse sofá sôfrego
de amor e saudade minhas âmagas
poesias que são somente suas...
quem diria eu poder lhe escrever
agora estas palavras de amor...
Hudo
terça-feira, 3 de julho de 2012
VERSOS CEARENSES
Quase caio de sono!
sol me acorda agora!
de tua aurora sou dono!
não dormi ontem, cantei!
se és o rei da luz no trono
do coqueiral fruta tirei
pra te dar em água abundante
da amante que furtei daquela
coisa chamada paixão, ah me
atirei de coração pra não ficar
aqui só feito bocó da lição que
se tira da embira que sustenta
o pé de pau no rio abaixo e do
cacho do cio da flor com o pavio
curto do amor quando se ama
muito a amada que a gente nunca
esquece, falece de dor e saudade
dando um aperto forte na alma que
com a calma de sempre aprende do
coração que viver é assim mesmo,
de sol a sol, de amor a amor tendo
anzol bastante na pesca do calor
do corpo amado e atocaiado nesse
mar do teu amor que me atiçou ao
abraçado fim da novela do teu olhar
abarcado assim na vela em alto mar
onde pesco lua, estrela e sol com este
anzol feito do lindo dia da poesia que há!
Hudo
Quase caio de sono!
sol me acorda agora!
de tua aurora sou dono!
não dormi ontem, cantei!
se és o rei da luz no trono
do coqueiral fruta tirei
pra te dar em água abundante
da amante que furtei daquela
coisa chamada paixão, ah me
atirei de coração pra não ficar
aqui só feito bocó da lição que
se tira da embira que sustenta
o pé de pau no rio abaixo e do
cacho do cio da flor com o pavio
curto do amor quando se ama
muito a amada que a gente nunca
esquece, falece de dor e saudade
dando um aperto forte na alma que
com a calma de sempre aprende do
coração que viver é assim mesmo,
de sol a sol, de amor a amor tendo
anzol bastante na pesca do calor
do corpo amado e atocaiado nesse
mar do teu amor que me atiçou ao
abraçado fim da novela do teu olhar
abarcado assim na vela em alto mar
onde pesco lua, estrela e sol com este
anzol feito do lindo dia da poesia que há!
Hudo
segunda-feira, 2 de julho de 2012
DO POÉTICO MOMENTO
O poema é como as poesias
ele te faz palavras bonitas
quando te leva pras livrarias
pra gente ler tuas infinitas
formas de deixar meus dias
felizes como as fáceis poesias
que o amor escreve nas fitas
amarradas aos pulsos das alegrias
dos braços das esperas tais pepitas
encontradas no ouro das liturgias
do bem que faço pras tuas poesias
quando te deixo aqui ações bonitas
de deixar de queixo caído fantasias
que nem mesmo a realidade dos dias
deixam com tanta firmeza nessas fitas
frases do meu carinho pelas poesias.
Hudo
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