quinta-feira, 23 de agosto de 2012



CAFUNÉ

Agora à tarde,
agorinha mesmo,
aqui, perto de mim,
quero alguém que
me faça um cafuné
como ninguém, me
faça assim, sem medo
de fazer, brincando com
o meu pescoço que é um
moço que não quer ficar
velho nunca, mesmo que
acima dele existam de repente
um dia cabelos brancos, mas
que exista sempre um cafuné
tanto nesse moço de osso e pele
quanto no cabelo branco que virá
pedindo beijo também da vida...
e que me venha um dia essa mulher
pra me fazer esse cafuné que tanto
me deleita, me deita sobre sua coxa,
poxa tão macia quanto a neve da lua,
a bruma que avoa o pássaro, a selva
de aspas em minhas frases de amor...
quero-te aqui como se fosse agora e
que agora seja e que seja pra sempre
nesse teu amor de cafunés delirantes...


Hudo

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A GUITARRA QUE O SOL TOCA

Todos os dias, mesmo que chova
tá lá o sol com sua guitarra elétrica
ligada na tomada dos trovões e das

tempestades siderais que o homem
não ver mas toca também com sua
guitarra elétrica aqui da terra onde
é ligada nas tomadas do cérebro que
ligado ao corpo que é ligado a essa
alma de amar esse canção, o rock roll.

Hudo

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

MÃOS QUE BORDAM A BANDEIRA DA PAZ

Mãos mansas da consciência!
Mãos sábias de uma nova história 
agora contada pelos traços

hereditários do amor de Deus.
Mãos que se encontram numa tarde
de sol que deixou os braços acolhedores
das nuvens tomarem de conta de seu corpo
quente ficando um ar de quem sopra uma
ave no céu e faz assim gerar uma térmica
tranquilidade nas temperatura dessa esperança
agonizante mas salva pelo coração dos homens
de bem na última gota de orvalho caída de uma
chuva de encantos que essa chuva de paz alcansa
da celestidade dessa bandeira que é bordada com
as linhas manobristas do cálculo viável que o coração
faz com a mente ao desviar dos tantos perigos que
esta vida nos proporciona na devida multiplicidade
dos inúmeros fatos. Mas os fatos têm que serem
bordados pelas mãos das virtudes que aceleram a
vontade das felizes campanhas humanas pra que não
haja mais as guerras em todos os territórios sociais!
Que esta bandeira bordada inicialmente pelas mãos
espirituais de Deus seja finalizada pelas mãos divinas
que este Deus põe toda sua fé ainda, as mãos divinais
dos homens que fazem o bem reinar de uma forma ou
de outra pelas conquistas nessas lutas sem tréguas que
as bondades travam com as maldades diante a diária e
multiplicante súplica dos dias de rogar a estes mesmos
homens o reino de seus corações dentro do reino do amor!

Hudo
NOVA PEQUENA POESIA
SOBRE A PAZ E O AMOR


Ambos são minha vida!

ambos são do meu coração!
fazem a festa universal na
minha mente que brinda
meu espírito com o vinho
de sangue que corre nas
veias do olhar que tenta
transfundir a idealização
do bem disso tudo às veias
do olhar de quem me olha
e me olha com amor no coração.


Hudo

sábado, 11 de agosto de 2012

A ILUSÃO E A ÓTICA

Quero te olhar, te ver,
e me concentrar em ti
como um olho olha outro

olho e diz assim: te amo!
não quero te olhar como
um adeus olha pras estradas
que foram asfaltadas pelas
mãos do fim com os automóveis
do jamais te ver ao meu lado de
novo passando logo em seguida
e logo em seguida mais e mais
automóveis desse jamais te ver
ao meu lado outra vez e outra
vez eu poder te ver não mais tal
a ilusão trêmula dos nervos oculares
quando te vejo chegando e nem sequer
me olhando e nem me pedindo nada e
logo indo embora, mas grito teu nome,
sei que posso ainda te reter à mim e
vascular as gavetas desarrumadas do
teu coração que ainda guarda todas as
cartas que te escrevi ao longo desse
inacabado amor que me deslumbra feito
corda bamba que não me vejo lá e nem
te vejo lá porque compreendo que o chão
que pisamos é o chão da realidade de me
caber em teu coração que guarda meus
poemas, minhas cartas de amor à ti, meus
contos curtos que fotografaram minha história
contigo, uma história apaixonante como paixão
que não somente delira mas sacode o coração,
repuxa a camisa de todos os verbos do volta
pra mim, fica comigo esta noite, me faz debruço
a madrugada policiada pela lua com as estrelas
e nada de ninguém ser preso nas cadeias, pelo
contrário, solturas de corpos nus amáveis sobre
as relvas solares dos leitos noturnos; e tudo fica
brilhante, e tudo fica sem a ilusão que tive quando
te perdi pela primeira vez, mas agora te prendo à
mim agora como um policial do amor, com as armas
da minha sedução te apontando a linha sagrada dos
meus braços abertos aos teus braços abertos aos
abraços desse amor sobrevivido pela compreensão
dessa visão de te querer sobre todas as coisas, e mais
do que isso ter-te novamente ao meu lado sem mais
aquelas ilusões que tanto brigavam com a minha vontade
e com a tua vontade na vontade do amor de amarmo-nos,
de beijarmo-nos nesses retornos, nesses contornos de
minhas mãos pintando no ar as gravuras de teu corpo
aquareladas pela pintora e poetisa, minha alma, tua luz
ainda em teu caminho que guardo somente ao teu amor
que tanto peço-te sempre pois a ele dou o meu amor,
abraço-o mil vezes, colho-o à mim nesse eterno aconchego
de doçuras, de encantos, de malícias e de retornos que somos.

Hudo

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

OS OLHOS DO SOL

O coração espantado, atônito,
mira a terra! banho o mar com
as águas daquele rio que rio

do barco quando o barco pescou
o cais onde as escamas dos peixes
atracam em busca de sustos. Ócio!
ócio do cio da noite pelo dia! Ira!
ira de quem sonambuliza o sono
em revolta calada dos pirilampos
que não deixam morcegos solitários
dormirem e picarem as paredes
suspensas do céu sem estrelas.
O olho verde do sol amareliza as
últimas dores das cores quando elas
se evaporam do mapa rudimentar
dos mistérios sopranos dos arco-íris
quando eles são decompostos pela
alvorada milenária dos trovões com
suas amadas chuvas de véus troníferos.
E o coração da poesia é um rio de chuvas.
O coração do poeta que é o mar. Banho-te
de palavras deles com aromáticas seivas
das florestas atlânticas dos verbos revistos
pelo ensaboar de metáforas regojizadas
pelo âmbito pleno de tua alma que nunca
esquece do meu corpo como planeta único
no sistema solar dado como morto de amor
pelos atos múltiplos amorosos das esperanças.
E os olhos do sol estão aí e lá em cima e em
todo lugar a visionarem tudo que se passa aqui
contigo, com eles e conosco sem mais aquela
breve história que a terra nos contou ao nascer.


Hudo

quarta-feira, 8 de agosto de 2012


FORTALEZA SOLAR DO MAR

O sol ama a cidade que fica rente ao mar
de onde ora se faz poesias ora se faz canção
com um violão ou uma flauta ou até um clarinete
que Ivete me deu de presente mas não aprendi
a tocar, só aprendi a ver esse mar que banha
Fortaleza tão ausente das desbelezas do mundo
e que faz esse encanto profundo que produz em
mim a luz de um serafim que vem tomar banho e
se bronzear logo cedo porque o sol daqui é um anjo
também que se bronzeia em si e de si lança esse
foguete de luz incandescente logo cedo novamente.
E o país te quer tanto bem oh Fortaleza que não vou
aqui unir-te à palavra "amada" porque todo mundo já
sabe desse encontro de palavras belas como a união
entre as pessoas e o bem no coração de cada uma delas.
Mesmo com certeza um dia indo embora da terra ou
da vida, saiba Fortaleza do mar verde ego doce nunca
mais quero sair de ti, sair desse abraço arrancado de
Quixadá e molhado nessa tua praia que embalsama as
praias todas do mundo tão profundo novamente tal a íntima
melodia que canto agora pra um bem querer que dorme
um sono sonhador dessa realidade que escrevo agora.
Meus beijos de amor à ela que dorme suave feito ave com
muitos ninhos em muitas árvores da tranquilidade e meus
beijos de amor à ti, a verdadeira cidade amorosa do amor!

Hudo

INTUIÇÃO, VALOR DO OLHO
NO VALOR DA MENTE 


A imaginação de quem ler

é muito mais sagaz do que a
imaginação de quem escreve.


Hudo
O DESCONJUNTO

...me meto em cada segredo que
o medo não revela pra ninguém!
avisei, tá avisado e da próxima vez

não me peça outra vez o aviso que
eu avisei que te deixou desavisado!
Busco interrogar-me na hora em
que me buscas com interrogações
que o próprio interrogatório das duras
curiosidades tuas me vem com as mesmas
respostas do outro titular interrogatório de
tantos outros amiúde interrogáveis documentos
de comprovação da tua dura e cruel curiosidade
ao meu respeito! Não quero propor nada com a dor,
apenas e somente confundir-la com aquele amor
que se tornou ilusão! Ter medo de alguém é não ter
medo de mim quando eu precisar do medo de alguém
pra se ter a coragem de nunca mais ter medo algum
e nunca mais precisar da coragem de alguém pra
expulsar os meus medos das minhas coragens
de nunca mais ter medo algum quando das minhas
coragens terei sempre algum medo pra viver de bem
com a vida e de bem com os medos e as coragens.

Hudo
ME DÁS ALEGRIAS SABIA!

Componho o tempo!
o tempo sou e tu!
minutos de horas e

nervos calmos dos
relógios que conduzo
quando tenho as horas
necessárias pra ter-te
comigo abraçada como
se abraça um templo
alto como o mundo
montanhoso das imaginações.
Sustento-me em ti! agarro-me
nesse laço de pedra feita da
flor mais regada pelas mãos
do amor e pelas mãos que a
própria poesia do infinito segura,
retém, coagula em si com os punhos
sereníssimos dos dedos desse ato
único e rubro de te tocar através
de minhas palavras que o amor teima
em escrever em nome puramente da
timidez dos meus cavalos troianos
cavalgados pela teu furor de talvez
me querer em algum dia ou em outra
dimensão que não seja essa, a da minha
espera, da minha revolta em não ter-te
aqui comigo, ou a da minha pálida insônia
em perambular pelas noites dos dias sem
noites porque não estás aqui comigo nesse
véu que o amor descortina ao te ver passar
e sem ao menos me ver quase nu pois minhas
vestes o vento da dor ausêntica de ti me levou...
e eu apenas sei do meu coração, do teu quero
saber se ele está aí feito o meu, apaixonado...


Hudo
O MENINO E O ENTARDECER

Minhas últimas palavras que
serão as primeiras logo quando
ao amanhecer de amanhã:

"Estou feliz com a vida apesar dela
ser dura comigo e com alguns em
certos momentos que ela nos proporciona.
Estou feliz sim com a vida, pois ela
me dá as orações desse instante
como se fosse o último mas sempre
é o primeiro, e o melhor, é o melhor
das horas que passo com ela, bela,
esse em que componho mais uma poesia
pra ti, minha musa maior, a vida!"

Hudo

terça-feira, 7 de agosto de 2012

BRANDURA

Minha alma traz a brandura
de alguma loucura leve que
cada poeta com suas lépidas
inspirações quando há amor
no peito carrega nesse seu

dormitórico debruçar de palavras
puramente invocadas pelas musas
que lhe enchem de vida e felicidades...


Hudo
COMPLICADO MAS
ANTES PERFEITO

Entendo que para a maioria
dos poetas, assim eu, é mais

fácil fazer poesias do que
conquistar o coração de uma
mulher. A palavra seduz, sei,
mas o corpo treme na hora,
o corpo leve do poeta, mesmo
tendo um grande amor pra dar!

Hudo

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

DO AMOR DE QUEM ME AMA

Eu não entendo esse teu amor
por mim tão sem manifestação,
tão escondido numa praça sem

ninguém, numa rua sem árvores,
num beco sem saída onde a procura
do medo é uma ameaça de quem
não acha graça com o riso de quem
conta piada assim como se conta
histórias de amor pra pessoas amorosas.
Sinceramente eu não entendo o teu
amor que me vem tão obscuro quanto o
olhar de quem não olha! se há o ciúme
ele é puramente abstrato tal a colheita
de fantasmagóricas ideias nas safras
improdutivas do pensamento vasto do
nada. Se há o ciúme ele não me diz nada
apenas diz tudo ao silêncio do amor mais
esquisito que existir no realismo duro das
coisas. Não entendo o teu amor por mim,
se é que ainda ele existe! o meu existe
pois sempre te peço o teu carinho, o teu
beijo, a tua atenção, e quando fazemos
amor tudo rola de uma maneira em que
a melhor maneira não rola, ao do começo
buscando, tendo o meio buscado e quando
ao final houvera o orgasmo sim, porém tão
comum fica o fim toda vez que o começo vem
buscando o meio e terminando assim meio
parado no fim do gozo depois sem ao menos
querer de mim uma taça do vinho feliz do fim,
do bom final dos orgasmos sem sono, sem
medo, só com o desequilíbrio dos olhos atônitos
dessa alegria de amar depois de um bom amor
compartilhado à dois sobre um leito acolhedor.
Vou esperar que mude esse cenário buscando-te
sempre em minhas mãos simplificadas em desejos.
Buscar teu coração, tua atitude de me amar; tuas
manobras não! teus protestos inválidos não! não
sei que protestos são esses se te amo tanto, tanto!
Sei também que minha poesia parece uma coisa sem
o seu devido valor ao teu bom desempenho às vezes
de ver na cultura uma semelhança com as riquezas da
vida, parece coisa assim mesmo! minha poesia ignoras!
aliás, não somente a minha poesia como também o meu
grande amor! esse amor que foi sempre teu e hoje não
sei a quem pertence, se à mim ou à mim, onde deveria
ser só teu e meu e nosso amor por toda a vida. Continuo
não entendendo esse teu amor por mim e vou aqui poeta
como sou te declamar uma poesia mesmo que não queiras
assim ouvir: quero o teu amor pra mim até o fim da vida, e
depois da vida continuar querendo o teu amor por toda essa
minha eternidade tua, eternidade minha, eternidade nossa!


Hudo

domingo, 5 de agosto de 2012

À PELE DA CARÊNCIA


Passo dias assim, transbordante
não como Dante em seus versos
alienados mas inteligentes, feito
eu mesmo, comum tal o frisson
dos ventos quando descobrem
na virgindade das brisas o cio
da poeira cósmica dos meus
sonhos de homem do amor
que circula ao redor do tempo
a todo instante e à todo vapor.
Respiro carência e sou vítima
da microscopia dos vândalos
meios de não querer mais
respirar esse amor total em
mim que age na infinidade
dessa leveza que me carrega
não sei pra onde mas que me
deixa no ombro da vida o peso
de uma morte, a morte da dor,
quando enfim faço amor contigo.


Hudo

sábado, 4 de agosto de 2012

O ESPANTO

De um grito solar
que a terra gritou
nasceu um clamor:

enfim te vi gritar!
e do silêncio furtar
o dente afiado do amor
pra morder o pavor
de te ver calar
e não mais amar
a voz do meu calor
que te faz bradar
na hora do amor
que a mão do escritor
escreve ao se inspirar
nos gritos da dor
de não poder gritar
o nome da flor
pois não sei cheirar
o perfume do ar
que te respirou
deixando teu amor
assim por mim passar...

Hudo

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O DESENCONTRO DO ENCONTRO

O poema vem por um caminho
e eu vou por outro mas acabamos
nos encontrando! que maravilha
desencontradamente de encontro!
e daí não há como não seguir à diante
com o poema do grande encontro:
o desencontro! e daí vamos poetizando
os caminhos da pessoas com seus risos
e suas flores ao luar ou nesse pôr do sol
de agora lá fora entre as serras verdejantes
de quem passa e encontra uma pessoa feliz
e se torna uma felicidade só nesse encontro.
Bem que eu poderia continuar as estrofes que
contam as histórias dos encontros em desencontros,
mas não posso agora, possivelmente só depois que
me encontrar daqui a pouco com os teus desencontros
e fazê-los os melhores encontros que tive com as
pessoas que precisam encontrar as felicidades!

Hudo


NA RETICÊNCIA DA MANHÃ


...na manhã de hoje te deixei assim,
estampada na transparência de uma
nova carência de mim...


Hudo
O MERGULHO

Já já vou timbungar
nas águas serenas
dos teus olhos
pra poder-me desaguar
nos rios sagrados
dos teus lábios,
e assim fazer do teu
coração um mar de amor.

Hudo

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

VERBOS DO AMOR


DO VERBO SE FEZ O HOMEM
PRA DIZER QUE HÁ FELICIDADE
NO MUNDO DESDE SUA ORIGEM
PORQUE O VERBO AINDA É CRIAR
O QUE HÁ NO AMOR DAS PESSOAS

QUANDO ELAS CRIAM SOBERANIAS
HUMANAS DENTRO DE SÍ PRO SÍ
DE CADA UM QUE ME VER ASSIM,
CHEIO DESSE AMOR QUE A VIDA
PRECISA, O AMOR VERDADEIRO.


Hudo
ACONTECER NO ACONTECER


Na manhã a gente se torna criança;
à tarde a gente se torna adulto mas
só que à noite voltamos a ser crianças,
e depois é só alegrias pois ficamos crianças
até o meio dia e do meio em diante esquecemos

que as manhãs existem vindas de noites felizes.


Hudo

O COLO DO AMOR

Não quero mais a solidão!
chega de mãos vazias!
mãos trêmulas talvez,
depois fortes como os
músculos da chance de
ser feliz agora, de novo
na tentativa de um novo
amor, de uma nova troca
de carícias sem manobras,
sem os voluptuosos medos
sobre o corpo do coração
que só sabe se envolver
nessas emoções que minha
alma teimosa interpreta assim,
tardia, apressada em consumir
o alimento das alucinações dessa
intimidade ora levando ao sacrifício
o ofício do cio de buscar e não temer,
ora depredando as vestes com as pedras
dos dentes afiados tal navalha corpórea
que sangra a veia langerríaca do mel do
teu corpo que me cede agora todo o meu amor...
e no encontro com tua caverna de pelos de
sereias que o mar nunca deixou ir pra terra
vejo orgasmos do sol com a lua nas noites que
as estrelas deixam suas quedas sobre os rios
do alto mar sem barcos naufragarem nos olhos
suspensos da escuridão desse quarto clareado
pelo acontecimento único desse plural ato milenar
do beijo de te beijar, do braço de te abraçar, do
colo de te aninhar e fazer de nós o melhor amor do mundo.

Hudo

TUA CARA LINDA ME
ESCANCARA BELEZAS!

Sua gentileza é a sua cara,
tal beleza que se escancara

quando vejo em sua cara
a beleza gentil que se escancara
quando de tua alma me vem a cara
da beleza do amor que logo se escancara
tal a tua gentileza que me bota um sorriso na cara
que logo tal simplicidade minha minha alma pra ti se escancara.

À ELIZA DIAS
A poesia é um ponto
circulante no ar onde
eu circulo com o meu
pensamento e minha
tranquila e doce alma!

Hudo
NÃO SEI SE SOU MAIS FELIZ
VOANDO OU ANDANDO!
TALVEZ OS DOIS, POIS
VOANDO PENSO EM POESIA,
JÁ ANDANDO ESCREVO... 

Hudo