saudadesaudadesaudadesaudades
audadesaudadesaudadesaudadesa
udadesaudadesaudadesaudadesau
dadesaudadesaudadesaudadesaud
adesaudadesaudadesaudadesauda
desaudadesaudadesaudadesaudad
esaudadesaudadesaudadesaudade
saudadesaudadesaudadesaudades
Hudo
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
DA POESIA NORDESTINA
O sol chuvisca olhar perdido
e o açude lá do interior do
Saquinho que fica entre o
O sol chuvisca olhar perdido
e o açude lá do interior do
Saquinho que fica entre o
Serrote Branco e a Marizeira
bem perto do Choró Limão
ainda beija a mão do padre
que reza pela comunidade
que sofre a falta de um outro
beijo, o da boquinha da noite
quando pára totalmente de
chover naquele sertão que
vi avoar passarinho em busca
de nuvem negra ao invés de
nuvem branca sem sentido.
E o sol não passa, fica feito
prego pregado nessa madeira
dura do céu sem chuva que
recolhe das casas de barro
meninos com verminoses
no estômago de suas ânsias
por comida de vento forte que
não passa mais trazendo essa
chuva que não vem e parece
mais que não virá nunca mais
enquanto existir o olhar perdido
que não abandona o olhar sempre
achado desse céu desde do Saquinho
até o Choró Limão que desapartou do
sertão quixadaense pra ganhar liberdade,
a velha liberdade das autonomias urbanas
que nasceram sim dos sertões e dos sertões
um dia irão agradecer apesar das secas.
Hudo
bem perto do Choró Limão
ainda beija a mão do padre
que reza pela comunidade
que sofre a falta de um outro
beijo, o da boquinha da noite
quando pára totalmente de
chover naquele sertão que
vi avoar passarinho em busca
de nuvem negra ao invés de
nuvem branca sem sentido.
E o sol não passa, fica feito
prego pregado nessa madeira
dura do céu sem chuva que
recolhe das casas de barro
meninos com verminoses
no estômago de suas ânsias
por comida de vento forte que
não passa mais trazendo essa
chuva que não vem e parece
mais que não virá nunca mais
enquanto existir o olhar perdido
que não abandona o olhar sempre
achado desse céu desde do Saquinho
até o Choró Limão que desapartou do
sertão quixadaense pra ganhar liberdade,
a velha liberdade das autonomias urbanas
que nasceram sim dos sertões e dos sertões
um dia irão agradecer apesar das secas.
Hudo
domingo, 2 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
A LUZ DAS PALAVRAS
NA BELEZA DA LUZ
A beleza do tempo
se veste da beleza
da palavra que se
veste da beleza do
poeta que viu na
beleza da poesia
a beleza do tempo
se vestindo dessa
beleza de tudo que
há na beleza de tudo
que não há mas que
existirá por causa da
beleza da poesia que
o tempo escreveu pra
poesia de amar a beleza
que há nesse beleza toda
do amor que sinto da nua
palavra que se veste de
poesia pra se apresentar
vestida do tempo de amar
pro amor que há em cada
beleza da história que ainda
queiram que eu conte do amor,
do grande amor que há nessa
beleza de escrever poesia pra ti!
Hudo
A LUZ DAS PALAVRAS
NA BELEZA DA LUZ
NA BELEZA DA LUZ
A beleza do tempo
se veste da beleza
da palavra que se
veste da beleza do
poeta que viu na
beleza da poesia
a beleza do tempo
se vestindo dessa
beleza de tudo que
há na beleza de tudo
que não há mas que
existirá por causa da
beleza da poesia que
o tempo escreveu pra
poesia de amar a beleza
que há nesse beleza toda
do amor que sinto da nua
palavra que se veste de
poesia pra se apresentar
vestida do tempo de amar
pro amor que há em cada
beleza da história que ainda
queiram que eu conte do amor,
do grande amor que há nessa
beleza de escrever poesia pra ti!
Hudo
se veste da beleza
da palavra que se
veste da beleza do
poeta que viu na
beleza da poesia
a beleza do tempo
se vestindo dessa
beleza de tudo que
há na beleza de tudo
que não há mas que
existirá por causa da
beleza da poesia que
o tempo escreveu pra
poesia de amar a beleza
que há nesse beleza toda
do amor que sinto da nua
palavra que se veste de
poesia pra se apresentar
vestida do tempo de amar
pro amor que há em cada
beleza da história que ainda
queiram que eu conte do amor,
do grande amor que há nessa
beleza de escrever poesia pra ti!
Hudo
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
AO SOM DE SILHOUETTE
...te conheci dentro de um ônibus!
existe coisa mais rara do que esta?
conhecer um dedo que eu toquei
...te conheci dentro de um ônibus!
existe coisa mais rara do que esta?
conhecer um dedo que eu toquei
com meu dedo depois do olhar com
o olhar? e atrevidamente te toquei
pela primeira vez! vim de uma força
forte de dentro de mim quando me
vi ali tendo a necessidade de te tocar
através da mão minha levando pro
teu dedo que me olhava e não tinha
ainda a coragem de me tocar, apenas
de me olhar rapidamente vezes seguidas!
e eu não te dava a cadeira do ônibus que
nos levava não sei pra onde, mas pra algum
centro da cidade do coração que encontrou
ali naquele momento eterno um outro coração.
Meu coração saltou fora um brilhante dessa
diamante atenção de te olhar nos olhos teus
esverdeando a figura do transporte nos levando
pra outro transporte, o do amor ali conhecido por
nós mas já conhecido sim pelo amor que a muito
tempo possivelmente nos reservava esse destino,
o destino de procurar alguém pra fazer esse alguém
feliz, e achei você dentro desse vitorioso transporte
que o amor encantadamente me reservou, me ofertou
como a mais pura riqueza de todos os momentos de
minha vida que a muito tempo procurava um verdadeiro
amor, e mais que de repente te encontrou dentro de um
ônibus em busca do centro da cidade que enfim ficou
mais do que feliz neste dia de uma manhã linda tal o amor
que nos convidou a fazer feliz também os filhos que tivemos!
Hudo
o olhar? e atrevidamente te toquei
pela primeira vez! vim de uma força
forte de dentro de mim quando me
vi ali tendo a necessidade de te tocar
através da mão minha levando pro
teu dedo que me olhava e não tinha
ainda a coragem de me tocar, apenas
de me olhar rapidamente vezes seguidas!
e eu não te dava a cadeira do ônibus que
nos levava não sei pra onde, mas pra algum
centro da cidade do coração que encontrou
ali naquele momento eterno um outro coração.
Meu coração saltou fora um brilhante dessa
diamante atenção de te olhar nos olhos teus
esverdeando a figura do transporte nos levando
pra outro transporte, o do amor ali conhecido por
nós mas já conhecido sim pelo amor que a muito
tempo possivelmente nos reservava esse destino,
o destino de procurar alguém pra fazer esse alguém
feliz, e achei você dentro desse vitorioso transporte
que o amor encantadamente me reservou, me ofertou
como a mais pura riqueza de todos os momentos de
minha vida que a muito tempo procurava um verdadeiro
amor, e mais que de repente te encontrou dentro de um
ônibus em busca do centro da cidade que enfim ficou
mais do que feliz neste dia de uma manhã linda tal o amor
que nos convidou a fazer feliz também os filhos que tivemos!
Hudo
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Faça de tudo pra se livrar
e se afastar de forças
negativas que infelizmente
ainda teimam em existirem
e o pior, desafiam toda uma
espirituosidade positiva que
ainda, felizmente, teima em
existir, de um jeito minoritário,
mas mesmo assim nos faz felizes
e esperançosos de um dia o bem
humano geral exista com toda a
força do coração do mundo!
Hudo
e se afastar de forças
negativas que infelizmente
ainda teimam em existirem
e o pior, desafiam toda uma
espirituosidade positiva que
ainda, felizmente, teima em
existir, de um jeito minoritário,
mas mesmo assim nos faz felizes
e esperançosos de um dia o bem
humano geral exista com toda a
força do coração do mundo!
Hudo
sábado, 6 de outubro de 2012
DAS LINHAS DO TEU CORAÇÃO
COSTURO OS RETALHOS DESTE
MEU CORAÇÃO EM PEDAÇOS
COSTURO OS RETALHOS DESTE
MEU CORAÇÃO EM PEDAÇOS
Queria te fazer este poema
a muito tempo mas eu não
sabia como começá-lo, se
com palavras ou gestos de
amor, então o comecei com
o meu coração mesmo...
eis-te este meu poema não
ainda concluído porque ainda
falta-lhe a melhor parte, você!
Hudo
a muito tempo mas eu não
sabia como começá-lo, se
com palavras ou gestos de
amor, então o comecei com
o meu coração mesmo...
eis-te este meu poema não
ainda concluído porque ainda
falta-lhe a melhor parte, você!
Hudo
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
ÁPICE
Quero que não me abuses
deste teu poeta que te ama
mesmo que eu venha muitas
Quero que não me abuses
deste teu poeta que te ama
mesmo que eu venha muitas
vezes neste lugar que te declama
como dona de meu coração que te ama.
E do meu pensamento minha vontade
única e múltipla de te multiplicar em mim
nas bases das matemáticas fáceis de extrair
do conteúdo amoroso de nós dois um Hudo
eternamente romântico e amável assim o amor.
Hudo
como dona de meu coração que te ama.
E do meu pensamento minha vontade
única e múltipla de te multiplicar em mim
nas bases das matemáticas fáceis de extrair
do conteúdo amoroso de nós dois um Hudo
eternamente romântico e amável assim o amor.
Hudo
TORRENCIAL
Quero que o meu amor te atropele
assim como a zuada do tempo vem
de cheio explorar meu silêncio em
Quero que o meu amor te atropele
assim como a zuada do tempo vem
de cheio explorar meu silêncio em
conta da inspiração que me envolva
à ti neste te escrever de minhas poesias
que sempre estão endereçadas aos teus
abraços que não me vêm nunca por causa
não sei de que dos teus beijos que não me
vêm nunca por causa de não sei de que do
teu corpo amoroso que nunca me vem por
causa dessa distância de tua procura à mim
que nunca me vem quando estou seco de amor
pra te dar nessa secura que não me segura...
Hudo
à ti neste te escrever de minhas poesias
que sempre estão endereçadas aos teus
abraços que não me vêm nunca por causa
não sei de que dos teus beijos que não me
vêm nunca por causa de não sei de que do
teu corpo amoroso que nunca me vem por
causa dessa distância de tua procura à mim
que nunca me vem quando estou seco de amor
pra te dar nessa secura que não me segura...
Hudo
A MADRUGADA
Primeiramente amada!
uma sombra, uma relva
que me deito a olhar
Primeiramente amada!
uma sombra, uma relva
que me deito a olhar
pro céu escuro com
estrelas que têm em
seu céu toda noite uma
lua branca como a lua
branca que há lá fora.
A madrugada me vigia
e me escreve numa poesia
a ela própria dedicada, um
auto-retrato dos verbos que
o amor inventou pro homem
saber que antes do verbo já
existia uma madrugada fria
mas disposta a esquentar
os corpos nus que ali lhe
trazia da escuridão a luz plena
dos orgasmos que fazem a vida.
Hudo
estrelas que têm em
seu céu toda noite uma
lua branca como a lua
branca que há lá fora.
A madrugada me vigia
e me escreve numa poesia
a ela própria dedicada, um
auto-retrato dos verbos que
o amor inventou pro homem
saber que antes do verbo já
existia uma madrugada fria
mas disposta a esquentar
os corpos nus que ali lhe
trazia da escuridão a luz plena
dos orgasmos que fazem a vida.
Hudo
QUIXADÁ QUIXADANIZAR
Quixadanizar as fronteiras
verdes e azuladas de quixadanizar
o sol amarelo que brilha de quixadanizar
Quixadanizar as fronteiras
verdes e azuladas de quixadanizar
o sol amarelo que brilha de quixadanizar
o asfáltico tremor de meus passos de quixadanizar
o vulcânico amor da galinha no choco dos pássaros
de quixadanizar a mata desvirginada pela maltratação
dos meninos de quixadanizar o cacto do centro da cidade
de quixadanizar eu que sou o quixadanizador desse improviso
a Quixadá quixadanizado.
Hudo
o vulcânico amor da galinha no choco dos pássaros
de quixadanizar a mata desvirginada pela maltratação
dos meninos de quixadanizar o cacto do centro da cidade
de quixadanizar eu que sou o quixadanizador desse improviso
a Quixadá quixadanizado.
Hudo
JABUTICABA
Ela é coisa
planeta
rubi
fruta e animal
célula a me cobrir
arco luminoso e metal
harpa em que toco cheio de desejo
linho
mar
barca
envelope
grama e beijo
Ela
simplesmente clara menina
ela é o que resta da aresta
da seresta que está entre meu coração
e minha sina
praia
raia solta a lapidar
o único sol que me atiça
e que suspende a respirar
a gravidade da utopia que me cobiça.
Mas ela é real
tá longe
fruta longe da minha boca
e eu longamente lhe escrevo
nossos séculos de amor e saudade.
Hudo
JABUTICABA
Ela é coisa
planeta
rubi
Ela é coisa
planeta
rubi
fruta e animal
célula a me cobrir
arco luminoso e metal
harpa em que toco cheio de desejo
linho
mar
barca
envelope
grama e beijo
Ela
simplesmente clara menina
ela é o que resta da aresta
da seresta que está entre meu coração
e minha sina
praia
raia solta a lapidar
o único sol que me atiça
e que suspende a respirar
a gravidade da utopia que me cobiça.
Mas ela é real
tá longe
fruta longe da minha boca
e eu longamente lhe escrevo
nossos séculos de amor e saudade.
Hudo
célula a me cobrir
arco luminoso e metal
harpa em que toco cheio de desejo
linho
mar
barca
envelope
grama e beijo
Ela
simplesmente clara menina
ela é o que resta da aresta
da seresta que está entre meu coração
e minha sina
praia
raia solta a lapidar
o único sol que me atiça
e que suspende a respirar
a gravidade da utopia que me cobiça.
Mas ela é real
tá longe
fruta longe da minha boca
e eu longamente lhe escrevo
nossos séculos de amor e saudade.
Hudo
MOINHOS DE RETINAS N. 2
Vejo-te!
vejo-te lavando meu suor
e te envolvo na bactéria
Vejo-te!
vejo-te lavando meu suor
e te envolvo na bactéria
dos meus olhos porque minha
cara é suja de tanto amar
solitariamente a tua cara.
E quanto mais te olho
molho a ponta suave da língua
dos meus olhos, e quanto mais
te como um resíduo do alimento
desta ilusão fica retido entre meus
dentes não como cárie mas como
um sonho dolorido e fazedor de
esquinas, bares e estrelas.
Louco eu, bebo o último olho que
me resta quando por sacrifício
íntimo não me restará mais os teus
olhos e nem os olhos turbulentos da vida.
Hudo
cara é suja de tanto amar
solitariamente a tua cara.
E quanto mais te olho
molho a ponta suave da língua
dos meus olhos, e quanto mais
te como um resíduo do alimento
desta ilusão fica retido entre meus
dentes não como cárie mas como
um sonho dolorido e fazedor de
esquinas, bares e estrelas.
Louco eu, bebo o último olho que
me resta quando por sacrifício
íntimo não me restará mais os teus
olhos e nem os olhos turbulentos da vida.
Hudo
JASMIM
A beleza da mulher capacita
a minha inspiração em escrever
sempre algo de belo pra ela
pois tenho um feitiço no coração
de ecoar o ego das palavras
dentro dos gritos desse amor que
me purifica cada dia mais, e que
me deixa mais poeta do que nunca,
o amor que tenho pelas mulheres,
a admiração profunda que me faz
em cada poesia, em cada pintura
que trago nos poemas e em cada
perfil verdadeiro que colho de seus
nomes lindos um ser cada vez mais
lindo onde meu perfil é um só, o do amor.
E nessa música também que canto todos
os dias pras elas talvez me venha só uma
canção quando uma me ama de verdade,
uma e outra que me chamem de meu amor
que a poesia compôs quando fez o sol e
depois fez o brilho da lua se arredondar
no meio frágil das estrelas que depois
trouxeram uma fortaleza noturna somente
pra fortalecer corações semelhantes ao meu
que ainda faz doer o coração da minha alma.
Contudo, esse coração ainda pertence e sempre
será do amor que dedico a esses seres universais
de pele levíssima e de encantos devoradores nessa
profundidade de querer abraçar a vida nos braços
das felicidades de ter o mágico universo das mulheres
pelo menos entre meus dedos ao escrever esse amor
que de palavras já se tornou minha maior identificação
do mais dimensional encanto real de minha vida aberta.
Hudo
JASMIM
A beleza da mulher capacita
a minha inspiração em escrever
sempre algo de belo pra ela
A beleza da mulher capacita
a minha inspiração em escrever
sempre algo de belo pra ela
pois tenho um feitiço no coração
de ecoar o ego das palavras
dentro dos gritos desse amor que
me purifica cada dia mais, e que
me deixa mais poeta do que nunca,
o amor que tenho pelas mulheres,
a admiração profunda que me faz
em cada poesia, em cada pintura
que trago nos poemas e em cada
perfil verdadeiro que colho de seus
nomes lindos um ser cada vez mais
lindo onde meu perfil é um só, o do amor.
E nessa música também que canto todos
os dias pras elas talvez me venha só uma
canção quando uma me ama de verdade,
uma e outra que me chamem de meu amor
que a poesia compôs quando fez o sol e
depois fez o brilho da lua se arredondar
no meio frágil das estrelas que depois
trouxeram uma fortaleza noturna somente
pra fortalecer corações semelhantes ao meu
que ainda faz doer o coração da minha alma.
Contudo, esse coração ainda pertence e sempre
será do amor que dedico a esses seres universais
de pele levíssima e de encantos devoradores nessa
profundidade de querer abraçar a vida nos braços
das felicidades de ter o mágico universo das mulheres
pelo menos entre meus dedos ao escrever esse amor
que de palavras já se tornou minha maior identificação
do mais dimensional encanto real de minha vida aberta.
Hudo
de ecoar o ego das palavras
dentro dos gritos desse amor que
me purifica cada dia mais, e que
me deixa mais poeta do que nunca,
o amor que tenho pelas mulheres,
a admiração profunda que me faz
em cada poesia, em cada pintura
que trago nos poemas e em cada
perfil verdadeiro que colho de seus
nomes lindos um ser cada vez mais
lindo onde meu perfil é um só, o do amor.
E nessa música também que canto todos
os dias pras elas talvez me venha só uma
canção quando uma me ama de verdade,
uma e outra que me chamem de meu amor
que a poesia compôs quando fez o sol e
depois fez o brilho da lua se arredondar
no meio frágil das estrelas que depois
trouxeram uma fortaleza noturna somente
pra fortalecer corações semelhantes ao meu
que ainda faz doer o coração da minha alma.
Contudo, esse coração ainda pertence e sempre
será do amor que dedico a esses seres universais
de pele levíssima e de encantos devoradores nessa
profundidade de querer abraçar a vida nos braços
das felicidades de ter o mágico universo das mulheres
pelo menos entre meus dedos ao escrever esse amor
que de palavras já se tornou minha maior identificação
do mais dimensional encanto real de minha vida aberta.
Hudo
TODA NUDEZ NÃO SERÁ CASTIGADA
Nunca mais traduzirão poemas com
o medo de beijar a língua que falo
de ti, a língua do amor, a língua que
Nunca mais traduzirão poemas com
o medo de beijar a língua que falo
de ti, a língua do amor, a língua que
caracteriza a minha imagem perante
os textos do mundo na linguagem de
poder me ler ao poder te ler dentro
do papel branco que há pra nos dizer
mais uma história daquelas de um poeta
mais do que apaixonado, puro e louco
do mais doce dos amores, o de ser amado.
Hudo
os textos do mundo na linguagem de
poder me ler ao poder te ler dentro
do papel branco que há pra nos dizer
mais uma história daquelas de um poeta
mais do que apaixonado, puro e louco
do mais doce dos amores, o de ser amado.
Hudo
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
CAFUNÉ
Agora à tarde,
agorinha mesmo,
aqui, perto de mim,
quero alguém que
me faça um cafuné
como ninguém, me
faça assim, sem medo
de fazer, brincando com
o meu pescoço que é um
moço que não quer ficar
velho nunca, mesmo que
acima dele existam de repente
um dia cabelos brancos, mas
que exista sempre um cafuné
tanto nesse moço de osso e pele
quanto no cabelo branco que virá
pedindo beijo também da vida...
e que me venha um dia essa mulher
pra me fazer esse cafuné que tanto
me deleita, me deita sobre sua coxa,
poxa tão macia quanto a neve da lua,
a bruma que avoa o pássaro, a selva
de aspas em minhas frases de amor...
quero-te aqui como se fosse agora e
que agora seja e que seja pra sempre
nesse teu amor de cafunés delirantes...
Hudo
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A GUITARRA QUE O SOL TOCA
Todos os dias, mesmo que chova
tá lá o sol com sua guitarra elétrica
ligada na tomada dos trovões e das
Todos os dias, mesmo que chova
tá lá o sol com sua guitarra elétrica
ligada na tomada dos trovões e das
tempestades siderais que o homem
não ver mas toca também com sua
guitarra elétrica aqui da terra onde
é ligada nas tomadas do cérebro que
ligado ao corpo que é ligado a essa
alma de amar esse canção, o rock roll.
Hudo
não ver mas toca também com sua
guitarra elétrica aqui da terra onde
é ligada nas tomadas do cérebro que
ligado ao corpo que é ligado a essa
alma de amar esse canção, o rock roll.
Hudo
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
MÃOS QUE BORDAM A BANDEIRA DA PAZ
Mãos mansas da consciência!
Mãos sábias de uma nova história
agora contada pelos traços
Mãos mansas da consciência!
Mãos sábias de uma nova história
agora contada pelos traços
hereditários do amor de Deus.
Mãos que se encontram numa tarde
de sol que deixou os braços acolhedores
das nuvens tomarem de conta de seu corpo
quente ficando um ar de quem sopra uma
ave no céu e faz assim gerar uma térmica
tranquilidade nas temperatura dessa esperança
agonizante mas salva pelo coração dos homens
de bem na última gota de orvalho caída de uma
chuva de encantos que essa chuva de paz alcansa
da celestidade dessa bandeira que é bordada com
as linhas manobristas do cálculo viável que o coração
faz com a mente ao desviar dos tantos perigos que
esta vida nos proporciona na devida multiplicidade
dos inúmeros fatos. Mas os fatos têm que serem
bordados pelas mãos das virtudes que aceleram a
vontade das felizes campanhas humanas pra que não
haja mais as guerras em todos os territórios sociais!
Que esta bandeira bordada inicialmente pelas mãos
espirituais de Deus seja finalizada pelas mãos divinas
que este Deus põe toda sua fé ainda, as mãos divinais
dos homens que fazem o bem reinar de uma forma ou
de outra pelas conquistas nessas lutas sem tréguas que
as bondades travam com as maldades diante a diária e
multiplicante súplica dos dias de rogar a estes mesmos
homens o reino de seus corações dentro do reino do amor!
Hudo
Mãos que se encontram numa tarde
de sol que deixou os braços acolhedores
das nuvens tomarem de conta de seu corpo
quente ficando um ar de quem sopra uma
ave no céu e faz assim gerar uma térmica
tranquilidade nas temperatura dessa esperança
agonizante mas salva pelo coração dos homens
de bem na última gota de orvalho caída de uma
chuva de encantos que essa chuva de paz alcansa
da celestidade dessa bandeira que é bordada com
as linhas manobristas do cálculo viável que o coração
faz com a mente ao desviar dos tantos perigos que
esta vida nos proporciona na devida multiplicidade
dos inúmeros fatos. Mas os fatos têm que serem
bordados pelas mãos das virtudes que aceleram a
vontade das felizes campanhas humanas pra que não
haja mais as guerras em todos os territórios sociais!
Que esta bandeira bordada inicialmente pelas mãos
espirituais de Deus seja finalizada pelas mãos divinas
que este Deus põe toda sua fé ainda, as mãos divinais
dos homens que fazem o bem reinar de uma forma ou
de outra pelas conquistas nessas lutas sem tréguas que
as bondades travam com as maldades diante a diária e
multiplicante súplica dos dias de rogar a estes mesmos
homens o reino de seus corações dentro do reino do amor!
Hudo
NOVA PEQUENA POESIA
SOBRE A PAZ E O AMOR
Ambos são minha vida!
SOBRE A PAZ E O AMOR
Ambos são minha vida!
ambos são do meu coração!
fazem a festa universal na
minha mente que brinda
meu espírito com o vinho
de sangue que corre nas
veias do olhar que tenta
transfundir a idealização
do bem disso tudo às veias
do olhar de quem me olha
e me olha com amor no coração.
Hudo
fazem a festa universal na
minha mente que brinda
meu espírito com o vinho
de sangue que corre nas
veias do olhar que tenta
transfundir a idealização
do bem disso tudo às veias
do olhar de quem me olha
e me olha com amor no coração.
Hudo
sábado, 11 de agosto de 2012
A ILUSÃO E A ÓTICA
Quero te olhar, te ver,
e me concentrar em ti
como um olho olha outro
Quero te olhar, te ver,
e me concentrar em ti
como um olho olha outro
olho e diz assim: te amo!
não quero te olhar como
um adeus olha pras estradas
que foram asfaltadas pelas
mãos do fim com os automóveis
do jamais te ver ao meu lado de
novo passando logo em seguida
e logo em seguida mais e mais
automóveis desse jamais te ver
ao meu lado outra vez e outra
vez eu poder te ver não mais tal
a ilusão trêmula dos nervos oculares
quando te vejo chegando e nem sequer
me olhando e nem me pedindo nada e
logo indo embora, mas grito teu nome,
sei que posso ainda te reter à mim e
vascular as gavetas desarrumadas do
teu coração que ainda guarda todas as
cartas que te escrevi ao longo desse
inacabado amor que me deslumbra feito
corda bamba que não me vejo lá e nem
te vejo lá porque compreendo que o chão
que pisamos é o chão da realidade de me
caber em teu coração que guarda meus
poemas, minhas cartas de amor à ti, meus
contos curtos que fotografaram minha história
contigo, uma história apaixonante como paixão
que não somente delira mas sacode o coração,
repuxa a camisa de todos os verbos do volta
pra mim, fica comigo esta noite, me faz debruço
a madrugada policiada pela lua com as estrelas
e nada de ninguém ser preso nas cadeias, pelo
contrário, solturas de corpos nus amáveis sobre
as relvas solares dos leitos noturnos; e tudo fica
brilhante, e tudo fica sem a ilusão que tive quando
te perdi pela primeira vez, mas agora te prendo à
mim agora como um policial do amor, com as armas
da minha sedução te apontando a linha sagrada dos
meus braços abertos aos teus braços abertos aos
abraços desse amor sobrevivido pela compreensão
dessa visão de te querer sobre todas as coisas, e mais
do que isso ter-te novamente ao meu lado sem mais
aquelas ilusões que tanto brigavam com a minha vontade
e com a tua vontade na vontade do amor de amarmo-nos,
de beijarmo-nos nesses retornos, nesses contornos de
minhas mãos pintando no ar as gravuras de teu corpo
aquareladas pela pintora e poetisa, minha alma, tua luz
ainda em teu caminho que guardo somente ao teu amor
que tanto peço-te sempre pois a ele dou o meu amor,
abraço-o mil vezes, colho-o à mim nesse eterno aconchego
de doçuras, de encantos, de malícias e de retornos que somos.
Hudo
não quero te olhar como
um adeus olha pras estradas
que foram asfaltadas pelas
mãos do fim com os automóveis
do jamais te ver ao meu lado de
novo passando logo em seguida
e logo em seguida mais e mais
automóveis desse jamais te ver
ao meu lado outra vez e outra
vez eu poder te ver não mais tal
a ilusão trêmula dos nervos oculares
quando te vejo chegando e nem sequer
me olhando e nem me pedindo nada e
logo indo embora, mas grito teu nome,
sei que posso ainda te reter à mim e
vascular as gavetas desarrumadas do
teu coração que ainda guarda todas as
cartas que te escrevi ao longo desse
inacabado amor que me deslumbra feito
corda bamba que não me vejo lá e nem
te vejo lá porque compreendo que o chão
que pisamos é o chão da realidade de me
caber em teu coração que guarda meus
poemas, minhas cartas de amor à ti, meus
contos curtos que fotografaram minha história
contigo, uma história apaixonante como paixão
que não somente delira mas sacode o coração,
repuxa a camisa de todos os verbos do volta
pra mim, fica comigo esta noite, me faz debruço
a madrugada policiada pela lua com as estrelas
e nada de ninguém ser preso nas cadeias, pelo
contrário, solturas de corpos nus amáveis sobre
as relvas solares dos leitos noturnos; e tudo fica
brilhante, e tudo fica sem a ilusão que tive quando
te perdi pela primeira vez, mas agora te prendo à
mim agora como um policial do amor, com as armas
da minha sedução te apontando a linha sagrada dos
meus braços abertos aos teus braços abertos aos
abraços desse amor sobrevivido pela compreensão
dessa visão de te querer sobre todas as coisas, e mais
do que isso ter-te novamente ao meu lado sem mais
aquelas ilusões que tanto brigavam com a minha vontade
e com a tua vontade na vontade do amor de amarmo-nos,
de beijarmo-nos nesses retornos, nesses contornos de
minhas mãos pintando no ar as gravuras de teu corpo
aquareladas pela pintora e poetisa, minha alma, tua luz
ainda em teu caminho que guardo somente ao teu amor
que tanto peço-te sempre pois a ele dou o meu amor,
abraço-o mil vezes, colho-o à mim nesse eterno aconchego
de doçuras, de encantos, de malícias e de retornos que somos.
Hudo
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
OS OLHOS DO SOL
O coração espantado, atônito,
mira a terra! banho o mar com
as águas daquele rio que rio
O coração espantado, atônito,
mira a terra! banho o mar com
as águas daquele rio que rio
do barco quando o barco pescou
o cais onde as escamas dos peixes
atracam em busca de sustos. Ócio!
ócio do cio da noite pelo dia! Ira!
ira de quem sonambuliza o sono
em revolta calada dos pirilampos
que não deixam morcegos solitários
dormirem e picarem as paredes
suspensas do céu sem estrelas.
O olho verde do sol amareliza as
últimas dores das cores quando elas
se evaporam do mapa rudimentar
dos mistérios sopranos dos arco-íris
quando eles são decompostos pela
alvorada milenária dos trovões com
suas amadas chuvas de véus troníferos.
E o coração da poesia é um rio de chuvas.
O coração do poeta que é o mar. Banho-te
de palavras deles com aromáticas seivas
das florestas atlânticas dos verbos revistos
pelo ensaboar de metáforas regojizadas
pelo âmbito pleno de tua alma que nunca
esquece do meu corpo como planeta único
no sistema solar dado como morto de amor
pelos atos múltiplos amorosos das esperanças.
E os olhos do sol estão aí e lá em cima e em
todo lugar a visionarem tudo que se passa aqui
contigo, com eles e conosco sem mais aquela
breve história que a terra nos contou ao nascer.
Hudo
o cais onde as escamas dos peixes
atracam em busca de sustos. Ócio!
ócio do cio da noite pelo dia! Ira!
ira de quem sonambuliza o sono
em revolta calada dos pirilampos
que não deixam morcegos solitários
dormirem e picarem as paredes
suspensas do céu sem estrelas.
O olho verde do sol amareliza as
últimas dores das cores quando elas
se evaporam do mapa rudimentar
dos mistérios sopranos dos arco-íris
quando eles são decompostos pela
alvorada milenária dos trovões com
suas amadas chuvas de véus troníferos.
E o coração da poesia é um rio de chuvas.
O coração do poeta que é o mar. Banho-te
de palavras deles com aromáticas seivas
das florestas atlânticas dos verbos revistos
pelo ensaboar de metáforas regojizadas
pelo âmbito pleno de tua alma que nunca
esquece do meu corpo como planeta único
no sistema solar dado como morto de amor
pelos atos múltiplos amorosos das esperanças.
E os olhos do sol estão aí e lá em cima e em
todo lugar a visionarem tudo que se passa aqui
contigo, com eles e conosco sem mais aquela
breve história que a terra nos contou ao nascer.
Hudo
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
FORTALEZA SOLAR DO MAR
O sol ama a cidade que fica rente ao mar
de onde ora se faz poesias ora se faz canção
com um violão ou uma flauta ou até um clarinete
que Ivete me deu de presente mas não aprendi
a tocar, só aprendi a ver esse mar que banha
Fortaleza tão ausente das desbelezas do mundo
e que faz esse encanto profundo que produz em
mim a luz de um serafim que vem tomar banho e
se bronzear logo cedo porque o sol daqui é um anjo
também que se bronzeia em si e de si lança esse
foguete de luz incandescente logo cedo novamente.
E o país te quer tanto bem oh Fortaleza que não vou
aqui unir-te à palavra "amada" porque todo mundo já
sabe desse encontro de palavras belas como a união
entre as pessoas e o bem no coração de cada uma delas.
Mesmo com certeza um dia indo embora da terra ou
da vida, saiba Fortaleza do mar verde ego doce nunca
mais quero sair de ti, sair desse abraço arrancado de
Quixadá e molhado nessa tua praia que embalsama as
praias todas do mundo tão profundo novamente tal a íntima
melodia que canto agora pra um bem querer que dorme
um sono sonhador dessa realidade que escrevo agora.
Meus beijos de amor à ela que dorme suave feito ave com
muitos ninhos em muitas árvores da tranquilidade e meus
beijos de amor à ti, a verdadeira cidade amorosa do amor!
Hudo
FORTALEZA SOLAR DO MAR
O sol ama a cidade que fica rente ao mar
de onde ora se faz poesias ora se faz canção
com um violão ou uma flauta ou até um clarinete
O sol ama a cidade que fica rente ao mar
de onde ora se faz poesias ora se faz canção
com um violão ou uma flauta ou até um clarinete
que Ivete me deu de presente mas não aprendi
a tocar, só aprendi a ver esse mar que banha
Fortaleza tão ausente das desbelezas do mundo
e que faz esse encanto profundo que produz em
mim a luz de um serafim que vem tomar banho e
se bronzear logo cedo porque o sol daqui é um anjo
também que se bronzeia em si e de si lança esse
foguete de luz incandescente logo cedo novamente.
E o país te quer tanto bem oh Fortaleza que não vou
aqui unir-te à palavra "amada" porque todo mundo já
sabe desse encontro de palavras belas como a união
entre as pessoas e o bem no coração de cada uma delas.
Mesmo com certeza um dia indo embora da terra ou
da vida, saiba Fortaleza do mar verde ego doce nunca
mais quero sair de ti, sair desse abraço arrancado de
Quixadá e molhado nessa tua praia que embalsama as
praias todas do mundo tão profundo novamente tal a íntima
melodia que canto agora pra um bem querer que dorme
um sono sonhador dessa realidade que escrevo agora.
Meus beijos de amor à ela que dorme suave feito ave com
muitos ninhos em muitas árvores da tranquilidade e meus
beijos de amor à ti, a verdadeira cidade amorosa do amor!
Hudo
a tocar, só aprendi a ver esse mar que banha
Fortaleza tão ausente das desbelezas do mundo
e que faz esse encanto profundo que produz em
mim a luz de um serafim que vem tomar banho e
se bronzear logo cedo porque o sol daqui é um anjo
também que se bronzeia em si e de si lança esse
foguete de luz incandescente logo cedo novamente.
E o país te quer tanto bem oh Fortaleza que não vou
aqui unir-te à palavra "amada" porque todo mundo já
sabe desse encontro de palavras belas como a união
entre as pessoas e o bem no coração de cada uma delas.
Mesmo com certeza um dia indo embora da terra ou
da vida, saiba Fortaleza do mar verde ego doce nunca
mais quero sair de ti, sair desse abraço arrancado de
Quixadá e molhado nessa tua praia que embalsama as
praias todas do mundo tão profundo novamente tal a íntima
melodia que canto agora pra um bem querer que dorme
um sono sonhador dessa realidade que escrevo agora.
Meus beijos de amor à ela que dorme suave feito ave com
muitos ninhos em muitas árvores da tranquilidade e meus
beijos de amor à ti, a verdadeira cidade amorosa do amor!
Hudo
O DESCONJUNTO
...me meto em cada segredo que
o medo não revela pra ninguém!
avisei, tá avisado e da próxima vez
...me meto em cada segredo que
o medo não revela pra ninguém!
avisei, tá avisado e da próxima vez
não me peça outra vez o aviso que
eu avisei que te deixou desavisado!
Busco interrogar-me na hora em
que me buscas com interrogações
que o próprio interrogatório das duras
curiosidades tuas me vem com as mesmas
respostas do outro titular interrogatório de
tantos outros amiúde interrogáveis documentos
de comprovação da tua dura e cruel curiosidade
ao meu respeito! Não quero propor nada com a dor,
apenas e somente confundir-la com aquele amor
que se tornou ilusão! Ter medo de alguém é não ter
medo de mim quando eu precisar do medo de alguém
pra se ter a coragem de nunca mais ter medo algum
e nunca mais precisar da coragem de alguém pra
expulsar os meus medos das minhas coragens
de nunca mais ter medo algum quando das minhas
coragens terei sempre algum medo pra viver de bem
com a vida e de bem com os medos e as coragens.
Hudo
eu avisei que te deixou desavisado!
Busco interrogar-me na hora em
que me buscas com interrogações
que o próprio interrogatório das duras
curiosidades tuas me vem com as mesmas
respostas do outro titular interrogatório de
tantos outros amiúde interrogáveis documentos
de comprovação da tua dura e cruel curiosidade
ao meu respeito! Não quero propor nada com a dor,
apenas e somente confundir-la com aquele amor
que se tornou ilusão! Ter medo de alguém é não ter
medo de mim quando eu precisar do medo de alguém
pra se ter a coragem de nunca mais ter medo algum
e nunca mais precisar da coragem de alguém pra
expulsar os meus medos das minhas coragens
de nunca mais ter medo algum quando das minhas
coragens terei sempre algum medo pra viver de bem
com a vida e de bem com os medos e as coragens.
Hudo
ME DÁS ALEGRIAS SABIA!
Componho o tempo!
o tempo sou e tu!
minutos de horas e
Componho o tempo!
o tempo sou e tu!
minutos de horas e
nervos calmos dos
relógios que conduzo
quando tenho as horas
necessárias pra ter-te
comigo abraçada como
se abraça um templo
alto como o mundo
montanhoso das imaginações.
Sustento-me em ti! agarro-me
nesse laço de pedra feita da
flor mais regada pelas mãos
do amor e pelas mãos que a
própria poesia do infinito segura,
retém, coagula em si com os punhos
sereníssimos dos dedos desse ato
único e rubro de te tocar através
de minhas palavras que o amor teima
em escrever em nome puramente da
timidez dos meus cavalos troianos
cavalgados pela teu furor de talvez
me querer em algum dia ou em outra
dimensão que não seja essa, a da minha
espera, da minha revolta em não ter-te
aqui comigo, ou a da minha pálida insônia
em perambular pelas noites dos dias sem
noites porque não estás aqui comigo nesse
véu que o amor descortina ao te ver passar
e sem ao menos me ver quase nu pois minhas
vestes o vento da dor ausêntica de ti me levou...
e eu apenas sei do meu coração, do teu quero
saber se ele está aí feito o meu, apaixonado...
Hudo
relógios que conduzo
quando tenho as horas
necessárias pra ter-te
comigo abraçada como
se abraça um templo
alto como o mundo
montanhoso das imaginações.
Sustento-me em ti! agarro-me
nesse laço de pedra feita da
flor mais regada pelas mãos
do amor e pelas mãos que a
própria poesia do infinito segura,
retém, coagula em si com os punhos
sereníssimos dos dedos desse ato
único e rubro de te tocar através
de minhas palavras que o amor teima
em escrever em nome puramente da
timidez dos meus cavalos troianos
cavalgados pela teu furor de talvez
me querer em algum dia ou em outra
dimensão que não seja essa, a da minha
espera, da minha revolta em não ter-te
aqui comigo, ou a da minha pálida insônia
em perambular pelas noites dos dias sem
noites porque não estás aqui comigo nesse
véu que o amor descortina ao te ver passar
e sem ao menos me ver quase nu pois minhas
vestes o vento da dor ausêntica de ti me levou...
e eu apenas sei do meu coração, do teu quero
saber se ele está aí feito o meu, apaixonado...
Hudo
O MENINO E O ENTARDECER
Minhas últimas palavras que
serão as primeiras logo quando
ao amanhecer de amanhã:
Minhas últimas palavras que
serão as primeiras logo quando
ao amanhecer de amanhã:
"Estou feliz com a vida apesar dela
ser dura comigo e com alguns em
certos momentos que ela nos proporciona.
Estou feliz sim com a vida, pois ela
me dá as orações desse instante
como se fosse o último mas sempre
é o primeiro, e o melhor, é o melhor
das horas que passo com ela, bela,
esse em que componho mais uma poesia
pra ti, minha musa maior, a vida!"
Hudo
ser dura comigo e com alguns em
certos momentos que ela nos proporciona.
Estou feliz sim com a vida, pois ela
me dá as orações desse instante
como se fosse o último mas sempre
é o primeiro, e o melhor, é o melhor
das horas que passo com ela, bela,
esse em que componho mais uma poesia
pra ti, minha musa maior, a vida!"
Hudo
terça-feira, 7 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
DO AMOR DE QUEM ME AMA
Eu não entendo esse teu amor
por mim tão sem manifestação,
tão escondido numa praça sem
Eu não entendo esse teu amor
por mim tão sem manifestação,
tão escondido numa praça sem
ninguém, numa rua sem árvores,
num beco sem saída onde a procura
do medo é uma ameaça de quem
não acha graça com o riso de quem
conta piada assim como se conta
histórias de amor pra pessoas amorosas.
Sinceramente eu não entendo o teu
amor que me vem tão obscuro quanto o
olhar de quem não olha! se há o ciúme
ele é puramente abstrato tal a colheita
de fantasmagóricas ideias nas safras
improdutivas do pensamento vasto do
nada. Se há o ciúme ele não me diz nada
apenas diz tudo ao silêncio do amor mais
esquisito que existir no realismo duro das
coisas. Não entendo o teu amor por mim,
se é que ainda ele existe! o meu existe
pois sempre te peço o teu carinho, o teu
beijo, a tua atenção, e quando fazemos
amor tudo rola de uma maneira em que
a melhor maneira não rola, ao do começo
buscando, tendo o meio buscado e quando
ao final houvera o orgasmo sim, porém tão
comum fica o fim toda vez que o começo vem
buscando o meio e terminando assim meio
parado no fim do gozo depois sem ao menos
querer de mim uma taça do vinho feliz do fim,
do bom final dos orgasmos sem sono, sem
medo, só com o desequilíbrio dos olhos atônitos
dessa alegria de amar depois de um bom amor
compartilhado à dois sobre um leito acolhedor.
Vou esperar que mude esse cenário buscando-te
sempre em minhas mãos simplificadas em desejos.
Buscar teu coração, tua atitude de me amar; tuas
manobras não! teus protestos inválidos não! não
sei que protestos são esses se te amo tanto, tanto!
Sei também que minha poesia parece uma coisa sem
o seu devido valor ao teu bom desempenho às vezes
de ver na cultura uma semelhança com as riquezas da
vida, parece coisa assim mesmo! minha poesia ignoras!
aliás, não somente a minha poesia como também o meu
grande amor! esse amor que foi sempre teu e hoje não
sei a quem pertence, se à mim ou à mim, onde deveria
ser só teu e meu e nosso amor por toda a vida. Continuo
não entendendo esse teu amor por mim e vou aqui poeta
como sou te declamar uma poesia mesmo que não queiras
assim ouvir: quero o teu amor pra mim até o fim da vida, e
depois da vida continuar querendo o teu amor por toda essa
minha eternidade tua, eternidade minha, eternidade nossa!
Hudo
num beco sem saída onde a procura
do medo é uma ameaça de quem
não acha graça com o riso de quem
conta piada assim como se conta
histórias de amor pra pessoas amorosas.
Sinceramente eu não entendo o teu
amor que me vem tão obscuro quanto o
olhar de quem não olha! se há o ciúme
ele é puramente abstrato tal a colheita
de fantasmagóricas ideias nas safras
improdutivas do pensamento vasto do
nada. Se há o ciúme ele não me diz nada
apenas diz tudo ao silêncio do amor mais
esquisito que existir no realismo duro das
coisas. Não entendo o teu amor por mim,
se é que ainda ele existe! o meu existe
pois sempre te peço o teu carinho, o teu
beijo, a tua atenção, e quando fazemos
amor tudo rola de uma maneira em que
a melhor maneira não rola, ao do começo
buscando, tendo o meio buscado e quando
ao final houvera o orgasmo sim, porém tão
comum fica o fim toda vez que o começo vem
buscando o meio e terminando assim meio
parado no fim do gozo depois sem ao menos
querer de mim uma taça do vinho feliz do fim,
do bom final dos orgasmos sem sono, sem
medo, só com o desequilíbrio dos olhos atônitos
dessa alegria de amar depois de um bom amor
compartilhado à dois sobre um leito acolhedor.
Vou esperar que mude esse cenário buscando-te
sempre em minhas mãos simplificadas em desejos.
Buscar teu coração, tua atitude de me amar; tuas
manobras não! teus protestos inválidos não! não
sei que protestos são esses se te amo tanto, tanto!
Sei também que minha poesia parece uma coisa sem
o seu devido valor ao teu bom desempenho às vezes
de ver na cultura uma semelhança com as riquezas da
vida, parece coisa assim mesmo! minha poesia ignoras!
aliás, não somente a minha poesia como também o meu
grande amor! esse amor que foi sempre teu e hoje não
sei a quem pertence, se à mim ou à mim, onde deveria
ser só teu e meu e nosso amor por toda a vida. Continuo
não entendendo esse teu amor por mim e vou aqui poeta
como sou te declamar uma poesia mesmo que não queiras
assim ouvir: quero o teu amor pra mim até o fim da vida, e
depois da vida continuar querendo o teu amor por toda essa
minha eternidade tua, eternidade minha, eternidade nossa!
Hudo
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