terça-feira, 4 de setembro de 2012

TORRENCIAL

Quero que o meu amor te atropele
assim como a zuada do tempo vem
de cheio explorar meu silêncio em

conta da inspiração que me envolva
à ti neste te escrever de minhas poesias
que sempre estão endereçadas aos teus
abraços que não me vêm nunca por causa
não sei de que dos teus beijos que não me
vêm nunca por causa de não sei de que do
teu corpo amoroso que nunca me vem por
causa dessa distância de tua procura à mim
que nunca me vem quando estou seco de amor
pra te dar nessa secura que não me segura...


Hudo

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