A VIDA E A MORTE DOS SILÊNCIOS
Primeiramente bom dia, boa tarde e boa noite silêncios!
Saibam, os senhores são vidas! podem ser também mortes!
Mas tudo são movimentos entre as pessoas e suas ações!
Chega de pontos de exclamações! agora só vírgula ou ponto
final. Ficar calado muitas vezes faz bem aos momentos difíceis.
Sobretudo momentos de rancor e desentendimentos, onde os
nervos podem estarem à flor da pele ou da racionalidade ou do
seu avesso. É preciso calma, entendimento, normalidade enfim,
pra que a paz venha à tona da forma mais vital e branda possíveis.
O silêncio ensina muito a todos o que venham ser concórdia e união
que ainda a pouco quis o momento impróprio e ruim indefinidamente
serem derrubadas e aniquiladas pela opressão das pressões desumanas.
A união entre as pessoas devem pôr o fim definitivamente nas desgraças
da vida e nessas condutas de seus quereres mórbidos pelo infinito. Bastam
do ódio e da ausência de amor no mundo. Que a consciência e o bem estar
das almas sejam nossas educações diárias em nossas conduções de nervos
e palavras na boca vindas de nossas reações e do vocabulário intenso de
todos os nossos sentimentos de amor e paz, jamais de outras coisas nossas.
Silenciar muitas vezes é viver feliz consigo próprio; mesmo mudo é como se
fosse propagar idéias do bem como eu acho que é mesmo espalhar pelo mundo
à fora escolhas ao bem da vida. O texto da morte pode ser longo e compreensível
mas o da vida está todos os das sob a escolta poderosa de nossas leituras que
de espirituais se tornaram um estado pleno de todo um cotidiano refeito tanto
de manhã quanto à tarde que virá pra noite de uma forma plena de segurança.
Segurança em tudo que se diga respeito a esse bem estar dos corpos seguros
de si que o silêncio é o melhor momento de poder escrever a consciência na doce
presença da doce pessoa na acidez de possíveis pessoas presentes no dia a dia
de algum momento impróprio onde a segurança da alma não esteja presente.
O silêncio nos ensina a ter paz sempre. Basta querer tê-lo quando não sentimos
paz por perto quando o desejo de alguma coisa desconexa por perto anseia assim
quase inconscientemente que coisas ruins existam ali por perto fazendo gerarem
coisas incompreensíveis e rancorosas diante gritarias infalíveis. Que a vida dos
donos dos espíritos bons, o silêncio, nunca cesse quando o silêncio se faz mais do
que necessário. Que a inteligência desse mesmo silêncio descrito como arte do bem
pelos homens bons seja eterno enquanto dure, parafraseando aqui um poeta bom.
Que o silêncio seja o belo encontro das águas do mar do amor com o mar de paz.
Que não haja dúvida nenhuma quando do momento único de poder colocar um bom
estado de conscientização diante de medos e controversas. De hoje em diante que
a vida encontre na vida vida. Que o silêncio só morra quando os gritos da alma não
poderem mais suportar tamanha pressão das opressões. E que as pessoas se tornem
boas quando elas não quiserem mais discutir seus temores e suas raivas decorrentes
de seus vícios e de suas lamentáveis tentações fluídas de uma temível espirituosidade
fluída de um vício que pode ser sim dominado por outro vício que devemos ter todos
os dias, o vício de amar e ser amado. Repito: O VÍCIO SAUDÁVEL DE AMAR E SER AMADO. Todos os dias, assim como todos os dias o silêncio nos pede diante de tantas
situações de dificuldades humanas de nos tratarmos bem uns com os outros. AMÉM!
Hudo Guedes
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