sábado, 8 de março de 2014

NAS ESCRITURAS DE TUAS
AUSÊNCIAS MINHAS SAUDADES

Antes de mais nada bom dia calma
fotografia do meu tempo de viver
sempre feliz e cheio de amor pra dar!
Saiba que sinto a falta de tuas palavras
sempre escritas nos versos desse sabor
das esperas de ti onde o mesmo é tão
apetitoso quanto o do sabor de tuas
chegadas as quais são sempre bem
protegidas pela guarda universal dos
anjos matinais do sol onde minha terna
esperança de te rever é a esperança de
te amar sendo amado assim tal o céu azul
de uma manhã colorida do teu lugar é
beijado pela cor verde do teu olhar belo
e oásico da mulher do amor que tu és!
Sinto falta de tua poesia como a grande
fonte de inspirações pro caráter ter a mais
pura das semelhanças com as melhores
virtudes da lealdade pra que o amor possa
fazer por toda vida parceria com as paixões
desfantasiadas da paz que é aqui o nosso
reino maior nas mensageiras buscas de nós.
Sinto falta dos resumos textuais de tuas cartas
que não guardam segredos pros envelopes de
minhas verdades que se deslacram de sigilos
pessoais quando se postam a ler tua docílima
presença infinita que me deslumbra sempre o
agora quando tua saudade é um carteiro útil
a bailar nas nuvens músicas belas de todo tipo.
Sinto falta de tuas mãos massageando os dorsos
da lua ainda clara no assobio do pássaro feito o
maestro da sinfonia dos anúncios amorosos de uma
manhã chegando pra alegrar o novo dia que tanto
te alegra e te faz querer voltar pra cama mas não voltas!
Sinto falta da chuva que sempre derrama teu cotidiano
sem te aborrecer e sem comentar sobre os incômodos
respingos das vinte e quatro horas chuvosas na aldeia
das cachoeiras onde moram talvez meus olhos poéticos
justamente em razão do choro e dos alardes destes
meus apelos à ti de voltar pra mim como volta um filho
amado ao colo familiar de sua mãe, a mãe do real amor.
Sinto falta da interminável poesia que nos fez aqui nunca
mais deixar de lembrar que em mim há uma ternura, você!

Hudo Guedes

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