segunda-feira, 27 de outubro de 2014

AH SE TODOS NÓS FÔSSEMOS
Não ferros e fósseis,
mas brandura e espírito,
o espírito mais raro da
doçura de ser.
Não linha dura, mas
a abertura da alma
fixa e não transeunte
do hábito de amar.
Não cabeça dura, e sim
aquela coisa infinita
chamada de calma e calmaria
da própria poesia que faço agora.
Não esse desalinhado meio de
dizer sempre: não faço! não vou!
não consigo! não amo! não vivo!
precisamos mudar nossas atitudes!
Não às atitudes do medo e do segredo!
revelar pra todos o que há de mais belo
na gente: amar aos outros como o poeta
maior da vida amou desde agora e sempre!
Enfim, não à morte e sim à vida de si,
pois somente tu conseguirás tua felicidade
ser completa dentro de ti em nome até de
todos que te assegurarão essa força e poder!
Hudo Guedes

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