NAMORAR? O QUE É ISSO?
Não sei mais o que é namorar!
não tenho mais o amor que tive
antes ou talvez que nunca tive,
na verdade nunca tive, apenas ilusão!
apenas sei me amar sozinho nessa
solidão que fica sempre comigo deitada,
namorando comigo com seu amor de sempre!
e vou assim me seguindo, lhe seguindo, ora
eu cantando uma canção alegre, ora sombria!
mas na verdade mesmo, não sei mais namorar!
somente sei fazer amor comigo mesmo, e tendo
a solidão como um resto de noite vazia em busca
de mais um dia em que vai ser a mesma coisa...
Hudo Guedes
terça-feira, 19 de março de 2013
ORATÓRIA
Oh Deus me cubra de perdões
por certos pecados por mim
cometidos mas que sempre
os mesmos estão sob minha
elementar forma de amar à si
amando a todos na sempre
aventurança do bem ativo de
querer o bem pra todos e a paz
cultivadamente reinar sobre nós.
OH Deus, que seja diário esse
histórico de vossos auxílios de amor
e perdão por nossas faltas e sobretudo,
particularmente, as minhas faltas, que
vosso coração divinal me abone com
a alegria, com sorte, com proteção,
com amor, com saúde e mais do que
tudo com vida e sabedoria de herdar
dessa oratória tua lembrança de mim.
Hudo Guedes
Oh Deus me cubra de perdões
por certos pecados por mim
cometidos mas que sempre
os mesmos estão sob minha
elementar forma de amar à si
amando a todos na sempre
aventurança do bem ativo de
querer o bem pra todos e a paz
cultivadamente reinar sobre nós.
OH Deus, que seja diário esse
histórico de vossos auxílios de amor
e perdão por nossas faltas e sobretudo,
particularmente, as minhas faltas, que
vosso coração divinal me abone com
a alegria, com sorte, com proteção,
com amor, com saúde e mais do que
tudo com vida e sabedoria de herdar
dessa oratória tua lembrança de mim.
Hudo Guedes
QUASE TUDO SOBRE O AMOR
Tem dias que a gente está de bem com o amor,
e tem dias que não estamos de bem com ele.
É essa variável inevitável das circunstâncias, ora
amorosas ora fazendo suas cruéis contrariedades.
Queria eu e outros, possivelmente, viver todos os dias
o bom amor, a farta e inigualável convivência com
este que sempre sem sombra de dúvidas nos leva
a tantos caminhos favoráveis do bem estar físico e
espiritual. Hoje, por exemplo, estou de bem com ele,
já ontem estava péssimo. Aurora escura, tenebrosa
e mal alimentada de situações tranquilas, mas de
repente a tarde chega, meia tardia, contudo bem vinda,
e muda todo cenário. E olha que estava insuportavelmente
calorenta pra um assoprar do lado noturno também chegado,
agora na esperança de um novo dia que não dorme por causa
da espetacular posição do sol iluminando possíveis alegrias.
Por isso eis aí essa posição do sol do meu corpo a iluminar
a alma da vida. Torna-se quase um desafio pro ser humano
possuir em seu interior esse bem estar do exterior das
profundidades espirituais que o próprio corpo da vida trata
assim de equilibrar na tentativa de buscar no sentimento de
cada um de nós razões únicas não para a sobrevivência, mas
para a grande capacidade de eternizar momentos felizes na
lembrança diária de novos acontecimentos de amor e paz.
Hudo Guedes
Tem dias que a gente está de bem com o amor,
e tem dias que não estamos de bem com ele.
É essa variável inevitável das circunstâncias, ora
amorosas ora fazendo suas cruéis contrariedades.
Queria eu e outros, possivelmente, viver todos os dias
o bom amor, a farta e inigualável convivência com
este que sempre sem sombra de dúvidas nos leva
a tantos caminhos favoráveis do bem estar físico e
espiritual. Hoje, por exemplo, estou de bem com ele,
já ontem estava péssimo. Aurora escura, tenebrosa
e mal alimentada de situações tranquilas, mas de
repente a tarde chega, meia tardia, contudo bem vinda,
e muda todo cenário. E olha que estava insuportavelmente
calorenta pra um assoprar do lado noturno também chegado,
agora na esperança de um novo dia que não dorme por causa
da espetacular posição do sol iluminando possíveis alegrias.
Por isso eis aí essa posição do sol do meu corpo a iluminar
a alma da vida. Torna-se quase um desafio pro ser humano
possuir em seu interior esse bem estar do exterior das
profundidades espirituais que o próprio corpo da vida trata
assim de equilibrar na tentativa de buscar no sentimento de
cada um de nós razões únicas não para a sobrevivência, mas
para a grande capacidade de eternizar momentos felizes na
lembrança diária de novos acontecimentos de amor e paz.
Hudo Guedes
sábado, 16 de março de 2013
MINHA BOCA
Se não fosse a boca
da minha poesia
que de vez em quando
beija a minha boca
a minha boca seria
a boca mais solitária
dessa ânsia louca
de beijar sem fantasia
a boca que de tão pouca
da tua ausente estadia
que aqui em minoria
nem sequer passa
e dar um beijo
na minha boca
que só é beijada
pela minha poesia.
Hudo Guedes
Se não fosse a boca
da minha poesia
que de vez em quando
beija a minha boca
a minha boca seria
a boca mais solitária
dessa ânsia louca
de beijar sem fantasia
a boca que de tão pouca
da tua ausente estadia
que aqui em minoria
nem sequer passa
e dar um beijo
na minha boca
que só é beijada
pela minha poesia.
Hudo Guedes
domingo, 10 de março de 2013
TCHECONCRETO
Patronevictk studevicti,
Drastiy zeph islavinitk;
Empovilanet dru'ns tecovi,
Makquinevickc rhuoon,
Fvron et visla vi con
empovilanet koo kumplavis;
Drun's assisteniy
kapalovi pasternoonovi,
Kapalovi nitck drond's.
Tradução concreta:
BALAVLADISTN ( MOSAICO)
Havia uma doce mágoa,
Mas tudo movia o instante;
Queria está nu,
Mover-se muito mais,
Saltando do alto da dor
E encerrar-se como morte;
Está nu sem assistir
toda comédia de mosaico,
Toda comédia de cada caída.
Hudo Guedes
Patronevictk studevicti,
Drastiy zeph islavinitk;
Empovilanet dru'ns tecovi,
Makquinevickc rhuoon,
Fvron et visla vi con
empovilanet koo kumplavis;
Drun's assisteniy
kapalovi pasternoonovi,
Kapalovi nitck drond's.
Tradução concreta:
BALAVLADISTN ( MOSAICO)
Havia uma doce mágoa,
Mas tudo movia o instante;
Queria está nu,
Mover-se muito mais,
Saltando do alto da dor
E encerrar-se como morte;
Está nu sem assistir
toda comédia de mosaico,
Toda comédia de cada caída.
Hudo Guedes
sexta-feira, 1 de março de 2013
UM POEMA HUDIANO
AO SOM PINKFLOYDIANO
DESSE AMOR BELO PELA VIDA
Procuro o movimento da terra!
acho quando te acho! e giro com
ela quando te beijo e consigo te
beijar mais ainda... só que em sonhos...
Hudo Guedes
AO SOM PINKFLOYDIANO
DESSE AMOR BELO PELA VIDA
Procuro o movimento da terra!
acho quando te acho! e giro com
ela quando te beijo e consigo te
beijar mais ainda... só que em sonhos...
Hudo Guedes
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
CARTA DO AMOR AO OUTRO AMOR
Redigirei esta assim:
Parece que a tua boca tem é raiva
da minha boca, pra não dizer que
ela tem mesmo é uma espécie de
nojo, parece! lamento não poder
escrever aqui no momento coisas
boas da nossa relação sem mais
aquele toque de gostosura e suaves
previsões boas, lamento! triste é
saber que nossa relação tá uma
merda! cabisbaixo coração que
ainda te ama esse meu, e que anda
à toa mesmo sob forte sentimento
de inspiração e combate. Tentativas!
pois tento ainda inverter esse quadro
menosprezante de buscas à ti em
ritmos incessantes incalculados pela
matemática nobre das esperanças!
Não quero desperdiçar olhares e nem
beijos solitários dessa minha solidão,
só pra te mostrar depois fotografias
de pássaros deixando em seus ninhos
meus lenços lacrimejantes da sorte
de chorar ainda por ti! sorte porque no
amor não se tem azar, se tem apenas
um destino que pode de repente entrar
em outro destino e daí se fazer destinos
felizes e juntos! a saudade do teu corpo
é quase uma nudez desapropriada pelo
sonho de reter novamente teu amor meu!
parece vingança esse estado de coisa que
parece não ter fim! que parece um riso de
abelha ferindo uma rosa sem pétalas já!
remexo as dores do mundo e acho nelas
uma dor, a minha! essa que me mexe muito
ao ponto de me fazer um mendigo sem abrigo
e que perdeu em sua poesia de rua uma avenida
inteira tanto no solo ardido do sol quanto à beira
de uma lua sem estrelas ao redor pra fazer assim
iluminações vistosas em toda terra! sinto-me fraco
ao retornar dessas andanças à procura do teu amor
sem renovações nenhuma. Há uma frieza em ti, um
estado de vingança vindo não sei de onde e por qual
fato eu tenha por acaso de ofertado algum mal! não
sei! porventura quero saber sim! meu calor de dentro
não admite tal frieza de teu calor de fora! preciso do
teu calor de dentro! e sim, não aprecio o termo vil
"trepar", vindo de repente do sim do teu corpo nessa
rara ocasião de tua carícia sem carícias, prefiro de
todas as maneiras de ti o desangustiante e úmido de
seduções concretas " vamos fazer amor", por achar
que neste estão sim valores sobrecalorosos de afetos
com base na eternização dos mesmos afagos do vice-versa
da alma com o corpo. Diante disso tudo não quero esboços
de teu possível retorno ao meu amor decididamente onde
se veem meus braços amplos pra te guardar em mim essa
amplidão de desejos fartos de te querer até o fim do infinito.
Eu quero sob a razão frenética da humildade essa energia
evolutiva que ainda acho ter do teu reencontro surpreso com
o meu coração ardente de amor e pureza! vou ficar por aqui
com o pensamento positivo da ignorância em não possuir em
mim o fim de um grande amor que ainda somos nesta vida!
parabenizo desde de já tua distância por saber que é dela que
ainda escrevo-te minhas cartas de amor com o mesmo endereço
de sempre, este coração que vai ser teu pelo resto dos meus dias!
carinhosamente, um poeta perdido de amor.
Hudo
Redigirei esta assim:
Parece que a tua boca tem é raiva
da minha boca, pra não dizer que
ela tem mesmo é uma espécie de
nojo, parece! lamento não poder
escrever aqui no momento coisas
boas da nossa relação sem mais
aquele toque de gostosura e suaves
previsões boas, lamento! triste é
saber que nossa relação tá uma
merda! cabisbaixo coração que
ainda te ama esse meu, e que anda
à toa mesmo sob forte sentimento
de inspiração e combate. Tentativas!
pois tento ainda inverter esse quadro
menosprezante de buscas à ti em
ritmos incessantes incalculados pela
matemática nobre das esperanças!
Não quero desperdiçar olhares e nem
beijos solitários dessa minha solidão,
só pra te mostrar depois fotografias
de pássaros deixando em seus ninhos
meus lenços lacrimejantes da sorte
de chorar ainda por ti! sorte porque no
amor não se tem azar, se tem apenas
um destino que pode de repente entrar
em outro destino e daí se fazer destinos
felizes e juntos! a saudade do teu corpo
é quase uma nudez desapropriada pelo
sonho de reter novamente teu amor meu!
parece vingança esse estado de coisa que
parece não ter fim! que parece um riso de
abelha ferindo uma rosa sem pétalas já!
remexo as dores do mundo e acho nelas
uma dor, a minha! essa que me mexe muito
ao ponto de me fazer um mendigo sem abrigo
e que perdeu em sua poesia de rua uma avenida
inteira tanto no solo ardido do sol quanto à beira
de uma lua sem estrelas ao redor pra fazer assim
iluminações vistosas em toda terra! sinto-me fraco
ao retornar dessas andanças à procura do teu amor
sem renovações nenhuma. Há uma frieza em ti, um
estado de vingança vindo não sei de onde e por qual
fato eu tenha por acaso de ofertado algum mal! não
sei! porventura quero saber sim! meu calor de dentro
não admite tal frieza de teu calor de fora! preciso do
teu calor de dentro! e sim, não aprecio o termo vil
"trepar", vindo de repente do sim do teu corpo nessa
rara ocasião de tua carícia sem carícias, prefiro de
todas as maneiras de ti o desangustiante e úmido de
seduções concretas " vamos fazer amor", por achar
que neste estão sim valores sobrecalorosos de afetos
com base na eternização dos mesmos afagos do vice-versa
da alma com o corpo. Diante disso tudo não quero esboços
de teu possível retorno ao meu amor decididamente onde
se veem meus braços amplos pra te guardar em mim essa
amplidão de desejos fartos de te querer até o fim do infinito.
Eu quero sob a razão frenética da humildade essa energia
evolutiva que ainda acho ter do teu reencontro surpreso com
o meu coração ardente de amor e pureza! vou ficar por aqui
com o pensamento positivo da ignorância em não possuir em
mim o fim de um grande amor que ainda somos nesta vida!
parabenizo desde de já tua distância por saber que é dela que
ainda escrevo-te minhas cartas de amor com o mesmo endereço
de sempre, este coração que vai ser teu pelo resto dos meus dias!
carinhosamente, um poeta perdido de amor.
Hudo
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